Forneiro e operador

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 30 atribuições para forneiro e operador, em 6 áreas de atuação.

CBO 821220 Forneiro e operador (refino de metais não-ferrosos)
Salário típico
R$ 2.600
horário normal (44h por semana)
Cidades com dado
1
14 contratações
Vagas criadas
+54
cresceu em 3 das 4 cidades
Atribuições
30
em 6 áreas de atuação

Quanto paga

Horário normal (44h por semana)

14 contratações em 1 cidade

R$ 2.600

Meio período

12 contratações em 1 cidade

R$ 2.600

Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.

O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.

O que faz um forneiro e operador

As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.

Cumprir normas de segurança pessoal e ambiental

7
  • Usar equipamentos de proteção individual e coletiva (epi e epc)
  • Manter o local de trabalho limpo e organizado
  • Comunicar acidentes e incidentes
  • Coletar lixos e resíduos industriais

Preparar máquinas, equipamentos e materiais

5
  • Comunicar-se com as áreas envolvidas
  • Inspecionar visulamente máquinas e equipamentos
  • Conferir disponibilidade de matérias-primas e insumos
  • Pesar minérios e fundentes

Operar o alto-forno

1
  • Operar equipamentos auxiliares

Vazar o ferro gusa

2
  • Retirar amostras de metal e escória
  • Granular a escória

Controlar características físico químicas da materia-prima e produto

3
  • Controlar parâmetros operacionais (pressão, vazão, temperatura)
  • Medir a temperatura do metal líquido
  • Monitorar visualmente o metal e escória

Realizar tratamentos secundários

2
  • Desgaseificar os metais
  • Tratar metais não-ferrosos

Competências que a função pede

Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.

  • Demonstrar iniciativa
  • Evidenciar habilidades numéricas
  • Trabalhar em equipe
  • Comunicar-se
  • Preencher relatórios e formulários
  • Evidenciar pontualidade e assiduidade
  • Demonstrar criatividade
  • Manifestar versatilidade
  • Demonstrar consciência ecológica
  • Aperfeiçoar-se profissionalmente

Está contratando?

Sim, na maior parte do país.

Contratou 54 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 3 das 4 cidades onde há dado.

Contratações
171
Saídas
117
Cidades com dado
4
Cidades onde cresceu 75%

Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.

Perguntas frequentes

O que faz um forneiro e operador?

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um forneiro e operador tem 30 atribuições descritas, distribuídas em 6 áreas de atuação. Em cumprir normas de segurança pessoal e ambiental, por exemplo: usar equipamentos de proteção individual e coletiva (epi e epc); manter o local de trabalho limpo e organizado; comunicar acidentes e incidentes; coletar lixos e resíduos industriais.

Quanto ganha um forneiro e operador?

A mediana do salário de contratação de forneiro e operador é R$ 2.600 na cidade do meio, considerando 14 contratações em 1 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.

A profissão de forneiro e operador está contratando?

Sim, na maior parte do país. Contratou 54 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 3 das 4 cidades onde há dado.

De onde vem a descrição da profissão

As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 821220.

A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.