Gerente de departamento pessoal

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 38 atribuições para gerente de departamento pessoal, em 5 áreas de atuação.

CBO 142210
Salário típico
R$ 4.000
horário normal (44h por semana)
Cidades com dado
10
238 contratações
Vagas perdidas
−615
encolheu em 25 das 27 cidades
Atribuições
38
em 5 áreas de atuação

Quanto paga

Horário normal (44h por semana)

238 contratações em 10 cidades

R$ 4.000

de R$ 3.000 a R$ 5.100

Meio período

52 contratações em 3 cidades

R$ 4.997

de R$ 4.372 a R$ 14.500

Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.

O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.

O que faz um gerente de departamento pessoal

As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.

Gerenciar atividades do departamento de pessoal

14
  • Supervisionar rotinas administrativas
  • Gerenciar folha de pagamento
  • Gerenciar contratação de pessoal e rescisão contratual
  • Gerenciar movimentação de pessoal

Controlar benefícios

3
  • Controlar contratos com fornecedores
  • Controlar benefícios junto a órgãos públicos
  • Atender funcionários e dependentes

Coordenar recrutamento e seleção de pessoal

1
  • Entrevistar candidatos

Assessorar diretoria e setores da empresa

6
  • Participar de reuniões com diretoria ou gerência
  • Mediar relação entre funcionários e empresa
  • Assessorar na elaboração e implantação do plano estratégico da empresa
  • Assessorar na elaboração das metas orçamentárias

Atuar em eventos

2
  • Participar de grupos de discussão na área de rh
  • Participar de seminários na área

Competências que a função pede

Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.

  • Demonstrar ética profissional
  • Revelar espírito de liderança
  • Reciclar-se constantemente
  • Demonstrar capacidade empreendedora
  • Demonstrar habilidade de negociação
  • Desempenhar papel facilitador
  • Desenvolver empatia
  • Dominar informática
  • Transformar-se em agente de mudança
  • Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • Demonstrar facilidade de comunicação
  • Demonstrar assertividade

Está contratando?

Não — está encolhendo em quase todo o país.

Perdeu 615 pessoas mais do que contratou, e encolheu em 25 das 27 cidades onde há dado.

Contratações
1.665
Saídas
2.280
Cidades com dado
27
Cidades onde encolheu 93%

Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.

Perguntas frequentes

O que faz um gerente de departamento pessoal?

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um gerente de departamento pessoal tem 38 atribuições descritas, distribuídas em 5 áreas de atuação. Em gerenciar atividades do departamento de pessoal, por exemplo: supervisionar rotinas administrativas; gerenciar folha de pagamento; gerenciar contratação de pessoal e rescisão contratual; gerenciar movimentação de pessoal.

Quanto ganha um gerente de departamento pessoal?

A mediana do salário de contratação de gerente de departamento pessoal é R$ 4.000 na cidade do meio, considerando 238 contratações em 10 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.

A profissão de gerente de departamento pessoal está contratando?

Não — está encolhendo em quase todo o país. Perdeu 615 pessoas mais do que contratou, e encolheu em 25 das 27 cidades onde há dado.

De onde vem a descrição da profissão

As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 142210.

A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.