Operador de enfornamento e desenfornamento de coque

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 25 atribuições para operador de enfornamento e desenfornamento de coque, em 3 áreas de atuação.

CBO 811620
Salário típico
R$ 2.522
meio período
Cidades com dado
1
18 contratações
Vagas criadas
+39
cresceu em todas as 2 cidades
Atribuições
25
em 3 áreas de atuação

Quanto paga

Meio período

18 contratações em 1 cidade

R$ 2.522

Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.

O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.

O que faz um operador de enfornamento e desenfornamento de coque

As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.

Preparar o processo de coqueificação

4
  • Misturar diferentes tipos de carvão
  • Abastecer os silos com a mistura dos carvões
  • Preparar o forno para receber a carga de mistura de carvão
  • Carregar o forno com a mistura de carvão

Controlar o processo de coqueificação

3
  • Controlar o tempo de coqueificação
  • Coletar amostras
  • Acompanhar o resultado da análise

Desenfornar o coque

9
  • Preparar o forno para o desenfornamento
  • Posicionar máquinas desenfornadora, extratora e carro de apagamento
  • Acionar abertura de portas para o desenfornamento de coque
  • Retirar a massa incandescente de coque metalúrgico

Competências que a função pede

Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.

  • Usar corretamente equipamentos de proteção individual e coletiva (epi e epc)
  • Estar atento às condições de uso das máquinas, equipamentos e instalações
  • Obedecer normas e procedimentos de qualidade, segurança e meio ambiente
  • Trabalhar em equipe
  • Comunicar-se de maneira clara e objetiva
  • Trabalhar com concentração
  • Aperfeiçoar-se profissionalmente
  • Suportar altas temperaturas
  • Demonstrar aptidão para trabalhar em grandes alturas

Está contratando?

Sim, em quase todo o país.

Contratou 39 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em todas as 2 cidades onde há dado.

Contratações
88
Saídas
49
Cidades com dado
2
Cidades onde cresceu 100%

Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026.

Perguntas frequentes

O que faz um operador de enfornamento e desenfornamento de coque?

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um operador de enfornamento e desenfornamento de coque tem 25 atribuições descritas, distribuídas em 3 áreas de atuação. Em preparar o processo de coqueificação, por exemplo: misturar diferentes tipos de carvão; abastecer os silos com a mistura dos carvões; preparar o forno para receber a carga de mistura de carvão; carregar o forno com a mistura de carvão.

Quanto ganha um operador de enfornamento e desenfornamento de coque?

A mediana do salário de contratação de operador de enfornamento e desenfornamento de coque é R$ 2.522 na cidade do meio, considerando 18 contratações em 1 cidades. A maior parte das contratações nesta profissão é em meio período, então o valor é proporcional à jornada e não se compara direto com o de quem trabalha 44 horas por semana. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.

A profissão de operador de enfornamento e desenfornamento de coque está contratando?

Sim, em quase todo o país. Contratou 39 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em todas as 2 cidades onde há dado.

De onde vem a descrição da profissão

As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 811620.

A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.