Professor de alunos com deficiência múltipla

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 151 atribuições para professor de alunos com deficiência múltipla, em 9 áreas de atuação.

CBO 239220
Salário típico
R$ 3.036
meio período
Cidades com dado
9
153 contratações
Vagas criadas
+558
cresceu em 26 das 29 cidades
Atribuições
151
em 9 áreas de atuação

Quanto paga

Meio período

153 contratações em 9 cidades

R$ 3.036

de R$ 0 a R$ 5.150

Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.

Horário normal (44h por semana)

25 contratações em 2 cidades

R$ 2.648

de R$ 1.818 a R$ 3.479

O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.

O que faz um professor de alunos com deficiência múltipla

As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.

Atuar no processo de ensino-aprendizagem

21
  • Ensinar as atividades de vida diária (AVD)
  • Ensinar as atividades de vida autônoma
  • Ministrar aulas de orientação para o trabalho
  • Desenvolver atividades profissionalizantes com os alunos

Avaliar as necessidades educacionais dos alunos

12
  • Identificar as necessidades de aprendizagem dos alunos
  • Encaminhar alunos para avaliações específicas
  • Avaliar conhecimento do aluno iniciante
  • Analisar os resultados das avaliações dos profissionais de outras áreas

Preparar materiais pedagógicos e recursos específicos

13
  • Transcrever textos em tinta para o braile
  • Gravar textos em diferentes suportes (fitas, multimídia etc)
  • Transcrever textos em tipos ampliados
  • Transcrever à tinta textos em braile dos alunos

Participar da elaboração do projeto político-pedagógico da escola

16
  • Participar do planejamento de atividades de integração escola-família-comunidade
  • Elaborar plano de aulas
  • Participar da elaboração do plano de ensino
  • Selecionar atividades e recursos físicos e materiais

Participar do desenvolvimento de diferentes programas de atendimento educacional

16
  • Elaborar programas de atendimento educacional
  • Implementar programas de atendimento educacional
  • Prestar assessoria à comunidade escolar
  • Estabelecer parcerias com as famílias

Pesquisar sobre temas de interesse da área

9
  • Estudar as propostas da legislação educacional
  • Estudar abordagens de comunicação aumentativa e alternativa
  • Pesquisar o uso de tecnologias
  • Pesquisar bibliografia sobre síndromes e patologias

Participar de atividades pedagógico-administrativas

14
  • Participar de reuniões pedagógicas
  • Elaborar relatórios
  • Elaborar registros de avanços dos alunos
  • Avaliar os resultados dos projetos

Divulgar conhecimentos da área

15
  • Divulgar a língua de sinais para a comunidade
  • Ministrar palestras e cursos
  • Participar de palestras e cursos
  • Participar da organização de eventos sobre prevenção

Formar profissionais para atuação na área

8
  • Preparar a comunidade para interagir com pessoas com necessidades educacionais especiais
  • Orientar voluntários para educação especial em comunidades
  • Preparar a comunidade para uso do braile
  • Preparar professores para classes de inclusão

Competências que a função pede

Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.

  • Demonstrar capacidade de interpretar a língua de sinais
  • Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
  • Participar das associações da área
  • Demonstrar capacidade de reconhecer as próprias limitações
  • Proceder com ética
  • Demonstrar tolerância
  • Demonstrar flexibilidade
  • Demonstrar capacidade de observação
  • Demonstrar criatividade
  • Demonstrar capacidade de improvisação
  • Participar de associações da categoria
  • Recorrer a legislação sobre os direitos das pessoas com necessidades especiais de aprendizagem
  • Demonstrar capacidade de estudo e pesquisa
  • Dominar braile
  • Dominar língua de sinais
  • Dominar diferentes formas de comunicação
  • Demonstrar capacidade de trabalhar com ensino individualizado
  • Demonstrar capacidade de articular diferentes realidades

Está contratando?

Sim, em quase todo o país.

Contratou 558 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 26 das 29 cidades onde há dado.

Contratações
1.828
Saídas
1.270
Cidades com dado
29
Cidades onde cresceu 90%

Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.

Perguntas frequentes

O que faz um professor de alunos com deficiência múltipla?

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um professor de alunos com deficiência múltipla tem 151 atribuições descritas, distribuídas em 9 áreas de atuação. Em atuar no processo de ensino-aprendizagem, por exemplo: ensinar as atividades de vida diária (avd); ensinar as atividades de vida autônoma; ministrar aulas de orientação para o trabalho; desenvolver atividades profissionalizantes com os alunos.

Quanto ganha um professor de alunos com deficiência múltipla?

A mediana do salário de contratação de professor de alunos com deficiência múltipla é R$ 3.036 na cidade do meio, considerando 153 contratações em 9 cidades. A maior parte das contratações nesta profissão é em meio período, então o valor é proporcional à jornada e não se compara direto com o de quem trabalha 44 horas por semana. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.

A profissão de professor de alunos com deficiência múltipla está contratando?

Sim, em quase todo o país. Contratou 558 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 26 das 29 cidades onde há dado.

De onde vem a descrição da profissão

As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 239220.

A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.