Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal
A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 69 atribuições para técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal, em 6 áreas de atuação.
- Salário típico
- R$ 2.500
- horário normal (44h por semana)
- Cidades com dado
- 1
- 11 contratações
- Vagas criadas
- +50
- cresceu em 6 das 7 cidades
- Atribuições
- 69
- em 6 áreas de atuação
Quanto paga
Horário normal (44h por semana)
11 contratações em 1 cidade
R$ 2.500
O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.
O que faz um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal
As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.
Executar ensaios
14- Verificar condições atmosféricas
- Pesar amostras
- Medir amostras (comprimento, temperatura, volume etc.)
- Digerir amostras
Preparar ensaios
14- Coletar amostras
- Identificar amostras
- Cadastrar amostras
- Criar planilhas
Analisar resultados de ensaios
13- Inserir dados em planilha
- Realizar cálculos de fatores de correção (temperatura, pressão, gravidade etc.)
- Realizar cálculos estatísticos
- Elaborar apresentação gráfica de resultados
Planejar ensaios
10- Levantar informações sobre pesquisa
- Estudar pesquisa
- Definir métodos e procedimentos de ensaios
- Definir materiais
Auxiliar em desenvolvimento de métodos, processos e produtos
5- Redigir procedimentos de ensaio
- Confeccionar equipamentos
- Confeccionar ferramentas
- Adaptar dispositivos
Difundir pesquisa e desenvolvimento
6- Treinar equipe
- Recepcionar visitantes
- Participar de congressos e seminários
- Participar em elaboração de artigos científicos
Competências que a função pede
Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.
- Demonstrar dinamismo
- Trabalhar em equipe
- Demonstrar criatividade
- Concentrar-se
- Adaptar-se a mudanças
- Demonstrar organização
- Demonstrar raciocínio lógico
Está contratando?
Sim, em quase todo o país.
Contratou 50 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 6 das 7 cidades onde há dado.
- Contratações
- 253
- Saídas
- 203
- Cidades com dado
- 7
Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.
Perguntas frequentes
O que faz um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal?
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal tem 69 atribuições descritas, distribuídas em 6 áreas de atuação. Em executar ensaios, por exemplo: verificar condições atmosféricas; pesar amostras; medir amostras (comprimento, temperatura, volume etc.); digerir amostras.
Quanto ganha um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal?
A mediana do salário de contratação de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal é R$ 2.500 na cidade do meio, considerando 11 contratações em 1 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.
A profissão de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal está contratando?
Sim, em quase todo o país. Contratou 50 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 6 das 7 cidades onde há dado.
De onde vem a descrição da profissão
As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 395110.
A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.