Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento
A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 69 atribuições para técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento, em 6 áreas de atuação.
- Salário típico
- R$ 3.949
- horário normal (44h por semana)
- Cidades com dado
- 15
- 370 contratações
- Está contratando?
- +602
- cresceu em 34 das 53 cidades
- Atribuições
- 69
- em 6 áreas de atuação
Quanto paga
Horário normal (44h por semana)
370 contratações em 15 cidades
R$ 3.949
de R$ 2.035 a R$ 6.500
Meio período
255 contratações em 13 cidades
R$ 3.700
de R$ 716 a R$ 7.000
Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.
O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.
O que faz um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento
As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.
Executar ensaios
13- Verificar condições atmosféricas
- Montar e desmontar circuitos de ensaio
- Pesar amostras
- Medir amostras (comprimento, temperatura, volume etc.)
Preparar ensaios
14- Coletar amostras
- Identificar amostras
- Cadastrar amostras
- Criar planilhas
Analisar resultados de ensaios
11- Inserir dados em planilha
- Realizar cálculos de fatores de correção (temperatura, pressão, gravidade etc.)
- Realizar cálculos estatísticos
- Elaborar apresentação gráfica de resultados
Planejar ensaios
10- Levantar informações sobre pesquisa
- Estudar pesquisa
- Definir métodos e procedimentos de ensaios
- Definir materiais
Auxiliar em desenvolvimento de métodos, processos e produtos
8- Projetar equipamentos
- Projetar dispositivos
- Redigir procedimentos de ensaio
- Confeccionar equipamentos
Difundir pesquisa e desenvolvimento
6- Treinar equipe
- Recepcionar visitantes
- Participar de congressos e seminários
- Participar em elaboração de artigos científicos
Competências que a função pede
Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.
- Demonstrar dinamismo
- Trabalhar em equipe
- Demonstrar criatividade
- Concentrar-se
- Adaptar-se a mudanças
- Demonstrar organização
- Demonstrar raciocínio lógico
Está contratando?
Sim, mas varia muito de cidade para cidade.
Contratou 602 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 34 das 53 cidades onde há dado.
- Contratações
- 3.717
- Saídas
- 3.115
- Cidades com dado
- 53
Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.
Perguntas frequentes
O que faz um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento?
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento tem 69 atribuições descritas, distribuídas em 6 áreas de atuação. Em executar ensaios, por exemplo: verificar condições atmosféricas; montar e desmontar circuitos de ensaio; pesar amostras; medir amostras (comprimento, temperatura, volume etc.).
Quanto ganha um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento?
A mediana do salário de contratação de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento é R$ 3.949 na cidade do meio, considerando 370 contratações em 15 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.
A profissão de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento está contratando?
Sim, mas varia muito de cidade para cidade. Contratou 602 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 34 das 53 cidades onde há dado.
De onde vem a descrição da profissão
As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 395105.
A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.