Trabalhador da fabricação de munição e explosivos
A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 78 atribuições para trabalhador da fabricação de munição e explosivos, em 7 áreas de atuação.
- Salário típico
- R$ 1.999
- horário normal (44h por semana)
- Cidades com dado
- 3
- 76 contratações
- Vagas criadas
- +63
- cresceu em todas as 5 cidades
- Atribuições
- 78
- em 7 áreas de atuação
Quanto paga
Horário normal (44h por semana)
76 contratações em 3 cidades
R$ 1.999
de R$ 1.999 a R$ 2.114
O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.
O que faz um trabalhador da fabricação de munição e explosivos
As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.
Produzir explosivos
24- Controlar funcionamento de máquinas e equipamentos
- Controlar características físico-químicas de matérias-primas
- Acondicionar matérias-primas para transporte
- Dosar matérias-primas
Preparar acessórios iniciadores de explosivos
12- Dosar explosivos em máquinas e equipamentos
- Secar massa
- Trefilar pirotécnicos
- Prensar elemento de retardo em espoletas
Fabricar pólvora à base química
12- Selecionar nitrocelulose
- Desidratar nitrocelulose
- Pesar matérias-primas
- Macerar pólvora
Fabricar pólvora negra
4- Moer matérias-primas
- Peneirar produtos químicos
- Misturar matérias-primas
- Homogeneizar matérias-primas
Fabricar munições
7- Montar estojos metálicos
- Usinar componentes metálicos
- Montar espoletas tipo cápsula
- Montar cartuchos
Produzir fogos de artifício
3- Abastecer linha de produção
- Inspecionar produtos ao longo do processo
- Selecionar material para descarte e reciclagem
Trabalhar segundo normas de segurança
8- Limpar máquinas, equipamentos e instalações
- Cumprir normas e instruções de trabalho
- Utilizar epi e epc
- Prever situações de risco
Competências que a função pede
Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.
- Trabalhar em equipe
- Manter-se atualizado nos processos
- Demonstrar autocontrole
- Evidenciar compromisso com segurança
- Zelar por máquinas e equipamentos
- Ter consciência do risco
- Manter sigilo em relação a informações da empresa
- Desenvolver percepção para detalhes
Está contratando?
Sim, em quase todo o país.
Contratou 63 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em todas as 5 cidades onde há dado.
- Contratações
- 255
- Saídas
- 192
- Cidades com dado
- 5
Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.
Perguntas frequentes
O que faz um trabalhador da fabricação de munição e explosivos?
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um trabalhador da fabricação de munição e explosivos tem 78 atribuições descritas, distribuídas em 7 áreas de atuação. Em produzir explosivos, por exemplo: controlar funcionamento de máquinas e equipamentos; controlar características físico-químicas de matérias-primas; acondicionar matérias-primas para transporte; dosar matérias-primas.
Quanto ganha um trabalhador da fabricação de munição e explosivos?
A mediana do salário de contratação de trabalhador da fabricação de munição e explosivos é R$ 1.999 na cidade do meio, considerando 76 contratações em 3 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.
A profissão de trabalhador da fabricação de munição e explosivos está contratando?
Sim, em quase todo o país. Contratou 63 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em todas as 5 cidades onde há dado.
De onde vem a descrição da profissão
As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 812110.
A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.