Trabalhador na operação de sistemas convencionais de irrigação por aspersão

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 44 atribuições para trabalhador na operação de sistemas convencionais de irrigação por aspersão, em 6 áreas de atuação.

CBO 643015
Salário típico
R$ 1.727
horário normal (44h por semana)
Cidades com dado
3
42 contratações
Vagas perdidas
−1
encolheu em 3 das 6 cidades
Atribuições
44
em 6 áreas de atuação

Quanto paga

Horário normal (44h por semana)

42 contratações em 3 cidades

R$ 1.727

de R$ 1.687 a R$ 1.980

O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.

O que faz um trabalhador na operação de sistemas convencionais de irrigação por aspersão

As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.

Controlar processo de irrigação

8
  • Medir umidade de solo
  • Medir nível de chuvas
  • Higienizar reservatório de água
  • Encher mangote de água

Verificar equipamentos de irrigação

10
  • Verificar parte elétrica de equipamentos de irrigação
  • Verificar nível de óleo de motor
  • Apertar gaxeta
  • Verificar presença de ar em bomba

Reparar equipamentos de irrigação

8
  • Montar e desmontar bomba de irrigação
  • Soldar cano
  • Remendar tubo
  • Desentupir aspersor

Instalar sistemas de irrigação

4
  • Instalar sifão e mangueira
  • Instalar bombas e mangotes
  • Instalar válvula de retenção
  • Fixar registros, canos e aspersores

Acionar sistemas de irrigação

4
  • Ligar e desligar pivô e bomba de irrigação
  • Abrir e fechar registros
  • Deslocar tubulações
  • Deslocar aspersores móveis e canhões

Adubar plantação

6
  • Coletar amostra de folhas para análise
  • Coletar amostra de solo para análise
  • Selecionar produtos de adubação
  • Misturar substâncias para adubação

Competências que a função pede

Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.

  • Tomar decisões em situações de emergência
  • Perceber alterações físicas no ambiente
  • Zelar pelos equipamentos de irrigação
  • Dar prova de resistência física

Está contratando?

Está encolhendo, mas varia muito de cidade para cidade.

Perdeu 1 pessoa mais do que contratou, e encolheu em 3 das 6 cidades onde há dado.

Contratações
203
Saídas
204
Cidades com dado
6
Cidades onde encolheu 50%

Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.

Perguntas frequentes

O que faz um trabalhador na operação de sistemas convencionais de irrigação por aspersão?

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um trabalhador na operação de sistemas convencionais de irrigação por aspersão tem 44 atribuições descritas, distribuídas em 6 áreas de atuação. Em controlar processo de irrigação, por exemplo: medir umidade de solo; medir nível de chuvas; higienizar reservatório de água; encher mangote de água.

Quanto ganha um trabalhador na operação de sistemas convencionais de irrigação por aspersão?

A mediana do salário de contratação de trabalhador na operação de sistemas convencionais de irrigação por aspersão é R$ 1.727 na cidade do meio, considerando 42 contratações em 3 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.

A profissão de trabalhador na operação de sistemas convencionais de irrigação por aspersão está contratando?

Está encolhendo, mas varia muito de cidade para cidade. Perdeu 1 pessoa mais do que contratou, e encolheu em 3 das 6 cidades onde há dado.

De onde vem a descrição da profissão

As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 643015.

A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.