Quanto ganha um Açougueiro em Paulínia - SP

Paulínia - SP 61 contratações abril a junho de 2026

Em Paulínia, um Açougueiro é contratado ganhando cerca de R$ 2.624 por mês, segundo os 61 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.

Horário normal (44h por semana)

R$ 2.624

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.333 e R$ 2.996.

R$ 2.333 R$ 2.996

Com base em 61 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Açougueiro em Paulínia?

Em Paulínia, o salário de contratação de Açougueiro é de cerca de R$ 2.624 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.333 e R$ 2.996, com base em 61 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Açougueiro em Paulínia?

O piso mais comum na contratação de Açougueiro em Paulínia fica em torno de R$ 2.333 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

O salário de Açougueiro em Paulínia é bom?

Comparando com as outras profissões de Paulínia, Açougueiro paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.624 por mês contra R$ 2.500 da profissão típica de Paulínia.

Onde Açougueiro ganha mais que em Paulínia?

Entre as 695 cidades com dados para Açougueiro, Paulínia aparece na 39ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.

Açougueiro está contratando em Paulínia?

Em Paulínia entre julho de 2025 a junho de 2026, 279 pessoas foram contratadas como Açougueiro e 246 saíram — a profissão contratou 33 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 9 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.