Quanto ganha um Auxiliar de contabilidade em Betim - MG
Em Betim, um Auxiliar de contabilidade é contratado ganhando cerca de R$ 2.200 por mês, segundo os 47 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.200
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.952 e R$ 2.600.
Com base em 47 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Auxiliar de contabilidade em Betim?
Em Betim, o salário de contratação de Auxiliar de contabilidade é de cerca de R$ 2.200 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.952 e R$ 2.600, com base em 47 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Auxiliar de contabilidade em Betim?
O piso mais comum na contratação de Auxiliar de contabilidade em Betim fica em torno de R$ 1.952 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Auxiliar de contabilidade em Betim é bom?
Comparando com as outras profissões de Betim, Auxiliar de contabilidade paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.200 por mês contra R$ 2.187 da profissão típica de Betim.
Onde Auxiliar de contabilidade ganha mais que em Betim?
Entre as 305 cidades com dados para Auxiliar de contabilidade, Betim aparece na 186ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Auxiliar de contabilidade está contratando em Betim?
Em Betim entre julho de 2025 a junho de 2026, 168 pessoas foram contratadas como Auxiliar de contabilidade e 148 saíram — a profissão contratou 20 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 7 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.