Auxiliar em saúde bucal em Campo Grande - MS
Em Campo Grande, um Auxiliar em saúde bucal é contratado ganhando cerca de R$ 1.716 por mês, segundo os 65 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 17% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.073.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.716
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.716 e R$ 1.717.
Com base em 65 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Auxiliar em saúde bucal em Campo Grande?
Em Campo Grande, o salário de contratação de Auxiliar em saúde bucal é de cerca de R$ 1.716 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.716 e R$ 1.717, com base em 65 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Auxiliar em saúde bucal em Campo Grande?
O piso mais comum na contratação de Auxiliar em saúde bucal em Campo Grande fica em torno de R$ 1.716 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Auxiliar em saúde bucal em Campo Grande é bom?
Comparando com as outras profissões de Campo Grande, Auxiliar em saúde bucal paga cerca de 17% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 1.716 por mês contra R$ 2.073 da profissão típica de Campo Grande.
Onde Auxiliar em saúde bucal ganha mais que em Campo Grande?
Entre as 98 cidades com dados para Auxiliar em saúde bucal, Campo Grande aparece na 61ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Auxiliar em saúde bucal está contratando em Campo Grande?
Em Campo Grande entre julho de 2025 a junho de 2026, 234 pessoas foram contratadas como Auxiliar em saúde bucal e 250 saíram — a profissão perdeu 16 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 3 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.