Salários em Cubatão - SP
A média salarial em Cubatão é de R$ 2.912, mas o valor do meio é R$ 2.340 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.340
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.912
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.600 · R$ 2.066
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 35,4 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,4h
- por semana
- Contratações
- 15.318
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Agente fiscal de qualidadeR$ 8.419Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Alimentador de linha de produçãoR$ 2.684
- Comerciante varejistaR$ 2.241Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- CopeiroR$ 2.066
- PedreiroR$ 4.018
- Técnico de obras civisR$ 6.916
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Varredor de rua+464
669 contratados, 205 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicas+444
741 contratados, 297 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Caldeireiro+298
866 contratados, 568 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Ajudante de motorista+172
329 contratados, 157 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Auxiliar de escritório+100
535 contratados, 435 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Eletricista de manutenção eletroeletrônica+88
194 contratados, 106 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Mecânico de manutenção de máquinas-257
109 contratados, 366 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Pedreiro-82
245 contratados, 327 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Motorista de carro de passeio-76
164 contratados, 240 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Eletricista de instalações-52
142 contratados, 194 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Operador de produção-37
20 contratados, 57 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Carpinteiro-34
41 contratados, 75 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
15.318
Saídas
13.425
Diferença
+1.893
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,4%R$ 1.857
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,4%R$ 2.241
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Até o 5º ano 0,9%R$ 2.241
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Do 6º ao 9º ano 4,2%R$ 1.857
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Fundamental completo 9,1%R$ 1.930
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Médio incompleto 7,3%R$ 1.752
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Médio completo 67%R$ 2.412
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Superior incompleto 2,1%R$ 2.574
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Superior completo 5,9%R$ 3.600
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Pós-graduação 1,3%R$ 5.231
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Construção 25%R$ 3.696
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Indústria 15%R$ 3.171
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Serviços para empresas 15%R$ 1.808
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Transporte e entregas 13%R$ 2.450
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Comércio e oficinas 13%R$ 2.105
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Saúde e assistência social 5,3%R$ 2.195
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Água e saneamento 5,1%R$ 1.631
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Hotéis, bares e restaurantes 4,2%R$ 2.066
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Educação 1,7%R$ 1.900
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Escritórios técnicos e consultorias 0,7%R$ 2.190
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Outros serviços 0,6%R$ 1.899
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Cultura, esporte e lazer 0,4%R$ 1.690
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Tecnologia e comunicação 0,4%R$ 1.732
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Bancos e seguros 0,3%R$ 2.638
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 2,4%R$ 1.518
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18-24 anos 21%R$ 2.000
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25-29 anos 14%R$ 2.201
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30-39 anos 26%R$ 2.527
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40-49 anos 23%R$ 3.000
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50-59 anos 11%R$ 2.890
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60 anos ou mais 2,7%R$ 2.900
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 71%R$ 2.600
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Mulheres 29%R$ 2.066
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 59%7870
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A pessoa pediu para sair 25%3355
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Acabou o contrato temporário 13%1699
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A empresa demitiu por justa causa 2,4%326
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Acordo entre as duas partes 0,6%81
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Falecimento 0,4%59
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Motivo não informado 0,2%33
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.