Quanto ganha um Condutor de ambulância em Jundiaí - SP
Em Jundiaí, um Condutor de ambulância é contratado ganhando cerca de R$ 2.194 por mês, segundo os 55 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 12% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.500.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.194
por mês, na hora da contratação
Todas as 55 contratações saíram pelo mesmo valor — costuma ser piso de categoria ou uma empresa contratando várias pessoas de uma vez.
Com base em 55 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Condutor de ambulância em Jundiaí?
Em Jundiaí, o salário de contratação de Condutor de ambulância é de cerca de R$ 2.194 por mês. Todas as 55 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Condutor de ambulância em Jundiaí é bom?
Comparando com as outras profissões de Jundiaí, Condutor de ambulância paga cerca de 12% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 2.194 por mês contra R$ 2.500 da profissão típica de Jundiaí.
Onde Condutor de ambulância ganha mais que em Jundiaí?
Entre as 24 cidades com dados para Condutor de ambulância, Jundiaí aparece na 10ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Condutor de ambulância está contratando em Jundiaí?
Em Jundiaí entre julho de 2025 a junho de 2026, 68 pessoas foram contratadas como Condutor de ambulância e 18 saíram — a profissão contratou 50 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 4 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.