Salários em Jundiaí - SP
A média salarial em Jundiaí é de R$ 6.544, mas o valor do meio é R$ 2.190 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.190
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 6.544
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.243 · R$ 2.120
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 32,6 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,5h
- por semana
- Contratações
- 116.162
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Ajudante de motoristaR$ 2.008
- Alimentador de linha de produçãoR$ 2.355
- AlmoxarifeR$ 2.385
- Analista de negóciosR$ 5.800
- Analista de recursos humanosR$ 4.006
- ArmazenistaR$ 2.140Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Assistente administrativoR$ 2.575
- Assistente de vendasR$ 2.120
- Atendente de farmácia - balconistaR$ 1.990
- Atendente de lanchoneteR$ 2.130
- Atendente de lojas e mercadosR$ 2.120
- Auxiliar de contabilidadeR$ 2.775
- Auxiliar de desenvolvimento infantilR$ 2.145
- Auxiliar de escritórioR$ 2.171
- Auxiliar de lavanderiaR$ 1.900Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Auxiliar de logisticaR$ 2.100
- Auxiliar de manutenção predialR$ 2.190
- Auxiliar geral de conservação de vias permanentesR$ 2.190
- Auxiliar nos serviços de alimentaçãoR$ 2.086
- AçougueiroR$ 2.560
- CarpinteiroR$ 2.667
- CarregadorR$ 2.025
- Conferente de carga e descargaR$ 2.300
- ContadorR$ 4.900
- Cozinheiro geralR$ 2.258
- Eletricista de instalaçõesR$ 2.400
- Embalador, a mãoR$ 2.235
- EstoquistaR$ 2.200
- Expedidor de mercadoriasR$ 2.300
- FaxineiroR$ 1.837
- Fiscal de lojaR$ 2.157
- FrentistaR$ 1.970
- GarçomR$ 2.130
- Inspetor de qualidadeR$ 2.824
- JardineiroR$ 2.096
- Mecânico de manutenção de automóveis, motocicletas e veículos similaresR$ 2.300
- Mecânico de manutenção de máquinasR$ 3.442
- Montador de equipamentos eletrônicosR$ 2.666Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Motorista de caminhãoR$ 3.091
- Motorista de furgão ou veículo similarR$ 2.816
- Motorista de ônibus urbanoR$ 3.778Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Operador de caixaR$ 2.273
- Operador de empilhadeiraR$ 2.816
- Operador de máquinas fixasR$ 2.400
- Operador de produçãoR$ 2.508
- PedreiroR$ 2.665
- Porteiro de edifíciosR$ 2.163
- Promotor de vendasR$ 1.970
- RecepcionistaR$ 2.106
- Repositor de mercadoriasR$ 2.118
- Servente de obrasR$ 2.200
- Supervisor administrativoR$ 2.900
- Tecnólogo em logística de transporteR$ 2.400
- Trabalhador da manutenção de edificaçõesR$ 2.233
- Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicasR$ 1.900
- Técnico em segurança do trabalhoR$ 5.000
- Vendedor de comércio varejistaR$ 2.157
- Vendedor em comércio atacadistaR$ 2.157
- VigiaR$ 2.032Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- VigilanteR$ 2.272Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Alimentador de linha de produção+966
13020 contratados, 12054 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Auxiliar de escritório+487
4679 contratados, 4192 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Carregador+331
868 contratados, 537 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Faxineiro+290
5709 contratados, 5419 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Montador de equipamentos eletrônicos+277
1525 contratados, 1248 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Servente de obras+247
2088 contratados, 1841 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Carregador-935
2910 contratados, 3845 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Operador de telemarketing técnico-265
478 contratados, 743 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Conferente de carga e descarga-217
2488 contratados, 2705 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Supervisor administrativo-196
369 contratados, 565 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Operador de telemarketing receptivo-192
690 contratados, 882 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Supervisor de vendas comercial-144
210 contratados, 354 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
116.162
Saídas
116.196
Diferença
−34
mais saídas que entradas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,3%R$ 2.130
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,1%R$ 2.176
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Até o 5º ano 0,6%R$ 2.140
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Do 6º ao 9º ano 2,6%R$ 2.000
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Fundamental completo 6,6%R$ 2.163
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Médio incompleto 6,4%R$ 2.000
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Médio completo 68%R$ 2.163
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Superior incompleto 4,2%R$ 2.300
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Superior completo 8,4%R$ 3.500
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Pós-graduação 1,2%R$ 6.000
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Mestrado 0,1%R$ 6.500
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Doutorado 0,1%R$ 3.528
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Serviços para empresas 23%R$ 2.032
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Comércio e oficinas 22%R$ 2.144
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Indústria 18%R$ 2.407
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Transporte e entregas 9,0%R$ 2.201
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Hotéis, bares e restaurantes 6,7%R$ 2.130
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Construção 6,0%R$ 2.658
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Saúde e assistência social 4,7%R$ 1.957
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Educação 2,9%R$ 2.090
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Escritórios técnicos e consultorias 2,6%R$ 2.203
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Outros serviços 1,7%R$ 2.000
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Bancos e seguros 1,5%R$ 2.720
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Tecnologia e comunicação 1,1%R$ 2.398
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Cultura, esporte e lazer 0,5%R$ 1.725
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Imobiliárias 0,3%R$ 2.163
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Água e saneamento 0,3%R$ 2.375
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Agricultura e pecuária 0,1%R$ 1.920
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Energia e gás 0,0%R$ 2.709
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 3,6%R$ 1.445
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18-24 anos 27%R$ 2.130
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25-29 anos 16%R$ 2.208
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30-39 anos 25%R$ 2.252
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40-49 anos 18%R$ 2.270
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50-59 anos 7,8%R$ 2.184
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60 anos ou mais 1,9%R$ 2.118
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 51%R$ 2.243
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Mulheres 49%R$ 2.120
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A pessoa pediu para sair 41%47247
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A empresa demitiu (sem justa causa) 35%40539
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Acabou o contrato temporário 17%20238
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A empresa demitiu por justa causa 5,7%6659
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Acordo entre as duas partes 0,9%1003
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Falecimento 0,2%268
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Motivo não informado 0,2%219
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
Perguntas frequentes
Qual profissão mais contrata em Jundiaí?
Em Jundiaí, a profissão com mais contratações entre abril a junho de 2026 foi Alimentador de linha de produção, com 1748 pessoas contratadas. O salário de contratação ficou em torno de R$ 2.355 por mês.
Qual profissão paga mais em Jundiaí?
Entre as profissões com mais contratações em Jundiaí, Analista de negócios teve o maior salário de contratação: cerca de R$ 5.800 por mês.
De onde vêm os dados de salário de Jundiaí?
São os salários que as empresas registraram ao contratar e informaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Novo CAGED, abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o valor que consta no registro de quem foi contratado.
Qual a média salarial em Jundiaí?
A média salarial de quem é contratado em Jundiaí é de R$ 6.544 por mês. Mas o valor do meio é R$ 2.190: metade das pessoas foi contratada ganhando menos que isso. A média fica acima porque alguns salários altos puxam a conta para cima — para saber quanto se ganha de verdade num cargo, o valor do meio descreve melhor.
Estudar mais aumenta o salário em Jundiaí?
Em Jundiaí, a maior parte das contratações é de quem tem médio completo, com salário em torno de R$ 2.163. O nível que paga mais é mestrado, com cerca de R$ 6.500 — uma diferença de 201%. Vale olhar a tabela completa: em muitas cidades o salário de entrada é parecido entre os níveis mais baixos, e a diferença aparece só no ensino superior.
Que setor paga melhor em Jundiaí?
Em Jundiaí, o setor que mais contrata é serviços para empresas (23% das contratações), com salário em torno de R$ 2.032. Já o setor que paga melhor é bancos e seguros, com cerca de R$ 2.720 — ou seja, o setor com mais vagas não é o que paga mais.
Que profissões estão crescendo em Jundiaí?
Contando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão em Jundiaí entre julho de 2025 a junho de 2026, quem mais cresceu foi Alimentador de linha de produção: 13020 contratações contra 12054 saídas — cresceu em 8 de 12 meses. Também cresceram: Auxiliar de escritório, Carregador. Crescer aqui quer dizer contratar mais gente do que perder, o que é diferente de ter muitas vagas: profissão com muita vaga toda hora pode estar só trocando de gente.
Por que abrem vagas em Jundiaí?
Entre as pessoas que saíram de um emprego em Jundiaí entre julho de 2025 a junho de 2026, o motivo mais comum foi: a pessoa pediu para sair (41% dos casos), seguido de a empresa demitiu (sem justa causa) (35%). Boa parte das vagas que abrem não vem de demissão, e sim de alguém que pediu para sair — o que significa que a vaga existe porque a posição ficou livre.
Quantas pessoas são contratadas em Jundiaí?
Em Jundiaí entre julho de 2025 a junho de 2026, foram 116.162 contratações e 116.196 saídas de emprego com carteira assinada, uma diferença de −34. Essa diferença vale para esse período específico: um único mês mais forte ou mais fraco muda o resultado, então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo no geral.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.