Quanto ganha um Cozinheiro geral em Vinhedo - SP
Em Vinhedo, um Cozinheiro geral é contratado ganhando cerca de R$ 1.804 por mês, segundo os 60 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 21% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.272.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.804
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.800 e R$ 2.300.
Com base em 60 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Cozinheiro geral em Vinhedo?
Em Vinhedo, o salário de contratação de Cozinheiro geral é de cerca de R$ 1.804 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.800 e R$ 2.300, com base em 60 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Cozinheiro geral em Vinhedo?
O piso mais comum na contratação de Cozinheiro geral em Vinhedo fica em torno de R$ 1.800 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Cozinheiro geral em Vinhedo é bom?
Comparando com as outras profissões de Vinhedo, Cozinheiro geral paga cerca de 21% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 1.804 por mês contra R$ 2.272 da profissão típica de Vinhedo.
Onde Cozinheiro geral ganha mais que em Vinhedo?
Entre as 662 cidades com dados para Cozinheiro geral, Vinhedo aparece na 486ª posição por salário de contratação — abaixo da maioria das cidades nesta profissão.
Cozinheiro geral está contratando em Vinhedo?
Em Vinhedo entre julho de 2025 a junho de 2026, 259 pessoas foram contratadas como Cozinheiro geral e 412 saíram — a profissão perdeu 153 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 2 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.