Quanto ganha um Expedidor de mercadorias em Belém - PA
Em Belém, um Expedidor de mercadorias é contratado ganhando cerca de R$ 1.682 por mês, segundo os 26 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 8% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 1.828.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.682
por mês, na hora da contratação
Todas as 26 contratações saíram pelo mesmo valor — costuma ser piso de categoria ou uma empresa contratando várias pessoas de uma vez.
Com base em 26 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Expedidor de mercadorias em Belém?
Em Belém, o salário de contratação de Expedidor de mercadorias é de cerca de R$ 1.682 por mês. Todas as 26 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Expedidor de mercadorias em Belém é bom?
Comparando com as outras profissões de Belém, Expedidor de mercadorias paga cerca de 8% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 1.682 por mês contra R$ 1.828 da profissão típica de Belém.
Onde Expedidor de mercadorias ganha mais que em Belém?
Entre as 326 cidades com dados para Expedidor de mercadorias, Belém aparece na 293ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam menos nesta profissão.
Expedidor de mercadorias está contratando em Belém?
Em Belém entre julho de 2025 a junho de 2026, 138 pessoas foram contratadas como Expedidor de mercadorias e 102 saíram — a profissão contratou 36 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 6 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.