Quanto ganha um Faxineiro em Inocência - MS
Em Inocência, um Faxineiro é contratado ganhando cerca de R$ 1.800 por mês, segundo os 292 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 42% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 3.100.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.800
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.632 e R$ 1.820.
Com base em 292 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Faxineiro em Inocência?
Em Inocência, o salário de contratação de Faxineiro é de cerca de R$ 1.800 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.632 e R$ 1.820, com base em 292 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Faxineiro em Inocência?
O piso mais comum na contratação de Faxineiro em Inocência fica em torno de R$ 1.632 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Faxineiro em Inocência é bom?
Comparando com as outras profissões de Inocência, Faxineiro paga cerca de 42% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 1.800 por mês contra R$ 3.100 da profissão típica de Inocência.
Onde Faxineiro ganha mais que em Inocência?
Entre as 1343 cidades com dados para Faxineiro, Inocência aparece na 549ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Faxineiro está contratando em Inocência?
Em Inocência entre julho de 2025 a junho de 2026, 837 pessoas foram contratadas como Faxineiro e 528 saíram — a profissão contratou 309 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 10 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.