Quanto ganha um Faxineiro em Lagarto - SE
Em Lagarto, um Faxineiro é contratado ganhando cerca de R$ 1.623 por mês, segundo os 98 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.623
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.623 e R$ 1.635.
Com base em 98 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Faxineiro em Lagarto?
Em Lagarto, o salário de contratação de Faxineiro é de cerca de R$ 1.623 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.623 e R$ 1.635, com base em 98 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Faxineiro em Lagarto?
O piso mais comum na contratação de Faxineiro em Lagarto fica em torno de R$ 1.623 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Faxineiro em Lagarto é bom?
Comparando com as outras profissões de Lagarto, Faxineiro paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.623 por mês contra R$ 1.661 da profissão típica de Lagarto.
Onde Faxineiro ganha mais que em Lagarto?
Entre as 1343 cidades com dados para Faxineiro, Lagarto aparece na 1145ª posição por salário de contratação — abaixo da maioria das cidades nesta profissão.
Faxineiro está contratando em Lagarto?
Em Lagarto entre julho de 2025 a junho de 2026, 282 pessoas foram contratadas como Faxineiro e 216 saíram — a profissão contratou 66 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 7 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.