Quanto ganha um Faxineiro em Mateus Leme - MG
Em Mateus Leme, um Faxineiro é contratado ganhando cerca de R$ 1.637 por mês, segundo os 13 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.637
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.621 e R$ 1.773.
Com base em 13 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Pouca gente contratada no período (13 pessoas): serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Faxineiro em Mateus Leme?
Em Mateus Leme, o salário de contratação de Faxineiro é de cerca de R$ 1.637 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.621 e R$ 1.773, com base em 13 pessoas contratadas. São poucas contratações no período, então o valor dá uma ideia geral da faixa, mas pode mudar bastante de um período para outro.
Qual o salário inicial de Faxineiro em Mateus Leme?
O piso mais comum na contratação de Faxineiro em Mateus Leme fica em torno de R$ 1.621 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Faxineiro em Mateus Leme é bom?
Comparando com as outras profissões de Mateus Leme, Faxineiro paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.637 por mês contra R$ 1.700 da profissão típica de Mateus Leme.
Onde Faxineiro ganha mais que em Mateus Leme?
Entre as 1343 cidades com dados para Faxineiro, Mateus Leme aparece na 1083ª posição por salário de contratação — abaixo da maioria das cidades nesta profissão.
Faxineiro está contratando em Mateus Leme?
Em Mateus Leme entre julho de 2025 a junho de 2026, 69 pessoas foram contratadas como Faxineiro e 99 saíram — a profissão perdeu 30 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 4 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.