Quanto ganha um Garagista em Jundiaí - SP

Jundiaí - SP 41 contratações abril a junho de 2026

Em Jundiaí, um Garagista é contratado ganhando cerca de R$ 2.196 por mês, segundo os 41 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 12% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.500.

Horário normal (44h por semana)

R$ 2.196

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.130 e R$ 2.355.

R$ 2.130 R$ 2.355

Com base em 41 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Garagista em Jundiaí?

Em Jundiaí, o salário de contratação de Garagista é de cerca de R$ 2.196 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.130 e R$ 2.355, com base em 41 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Garagista em Jundiaí?

O piso mais comum na contratação de Garagista em Jundiaí fica em torno de R$ 2.130 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

O salário de Garagista em Jundiaí é bom?

Comparando com as outras profissões de Jundiaí, Garagista paga cerca de 12% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 2.196 por mês contra R$ 2.500 da profissão típica de Jundiaí.

Onde Garagista ganha mais que em Jundiaí?

Entre as 102 cidades com dados para Garagista, Jundiaí aparece na 10ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.

Garagista está contratando em Jundiaí?

Em Jundiaí entre julho de 2025 a junho de 2026, 209 pessoas foram contratadas como Garagista e 226 saíram — a profissão perdeu 17 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 4 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.