Quanto ganha um Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas em São Paulo - SP

São Paulo - SP 130 contratações abril a junho de 2026

Em São Paulo, um Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas é contratado ganhando cerca de R$ 8.236 por mês, segundo os 130 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 217% mais que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.600.

Horário normal (44h por semana)

R$ 8.236

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 4.616 e R$ 15.359.

R$ 4.616 R$ 15.359

Com base em 130 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Outras formas de contratação

Cada uma tem regra de pagamento própria, então estes valores não se comparam direto com o de horário normal — nem quando são maiores.

Meio período

R$ 15.605

Na maioria dos casos, de R$ 10.000 a R$ 24.000
19 pessoas contratadas

Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.

Pouca gente contratada no período (19 pessoas): serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas em São Paulo?

Em São Paulo, o salário de contratação de Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas é de cerca de R$ 8.236 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 4.616 e R$ 15.359, com base em 130 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas em São Paulo?

O piso mais comum na contratação de Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas em São Paulo fica em torno de R$ 4.616 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

Quanto ganha um Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas em meio período em São Paulo?

Em jornada reduzida, Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas em São Paulo recebeu cerca de R$ 15.605 por mês — proporcional às horas trabalhadas.

O salário de Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas em São Paulo é bom?

Comparando com as outras profissões de São Paulo, Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas paga cerca de 217% mais que a profissão típica da cidade: são R$ 8.236 por mês contra R$ 2.600 da profissão típica de São Paulo.

Onde Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas ganha mais que em São Paulo?

Entre as 13 cidades com dados para Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas, São Paulo aparece na 3ª posição por salário de contratação — acima da maioria das cidades nesta profissão.

Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas está contratando em São Paulo?

Em São Paulo entre julho de 2025 a junho de 2026, 575 pessoas foram contratadas como Gerente de produção e operações da construção civil e obras públicas e 655 saíram — a profissão perdeu 80 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 2 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.