Quanto ganha um Motorista de ônibus rodoviário em Jundiaí - SP
Em Jundiaí, um Motorista de ônibus rodoviário é contratado ganhando cerca de R$ 3.200 por mês, segundo os 44 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 28% mais que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.500.
Horário normal (44h por semana)
R$ 3.200
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 3.200 e R$ 3.200.
Com base em 44 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Motorista de ônibus rodoviário em Jundiaí?
Em Jundiaí, o salário de contratação de Motorista de ônibus rodoviário é de cerca de R$ 3.200 por mês. Todas as 44 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Motorista de ônibus rodoviário em Jundiaí é bom?
Comparando com as outras profissões de Jundiaí, Motorista de ônibus rodoviário paga cerca de 28% mais que a profissão típica da cidade: são R$ 3.200 por mês contra R$ 2.500 da profissão típica de Jundiaí.
Onde Motorista de ônibus rodoviário ganha mais que em Jundiaí?
Entre as 224 cidades com dados para Motorista de ônibus rodoviário, Jundiaí aparece na 79ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Motorista de ônibus rodoviário está contratando em Jundiaí?
Em Jundiaí entre julho de 2025 a junho de 2026, 148 pessoas foram contratadas como Motorista de ônibus rodoviário e 191 saíram — a profissão perdeu 43 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 2 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.