Quanto ganha um Padeiro em Criciúma - SC
Em Criciúma, um Padeiro é contratado ganhando cerca de R$ 2.700 por mês, segundo os 16 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 21% mais que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.240.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.700
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.098 e R$ 2.878.
Com base em 16 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Pouca gente contratada no período (16 pessoas): serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Padeiro em Criciúma?
Em Criciúma, o salário de contratação de Padeiro é de cerca de R$ 2.700 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.098 e R$ 2.878, com base em 16 pessoas contratadas. São poucas contratações no período, então o valor dá uma ideia geral da faixa, mas pode mudar bastante de um período para outro.
Qual o salário inicial de Padeiro em Criciúma?
O piso mais comum na contratação de Padeiro em Criciúma fica em torno de R$ 2.098 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Padeiro em Criciúma é bom?
Comparando com as outras profissões de Criciúma, Padeiro paga cerca de 21% mais que a profissão típica da cidade: são R$ 2.700 por mês contra R$ 2.240 da profissão típica de Criciúma.
Onde Padeiro ganha mais que em Criciúma?
Entre as 203 cidades com dados para Padeiro, Criciúma aparece na 21ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.
Padeiro está contratando em Criciúma?
Em Criciúma entre julho de 2025 a junho de 2026, 91 pessoas foram contratadas como Padeiro e 127 saíram — a profissão perdeu 36 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 2 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.