Quanto ganha um Pedagogo em Jundiaí - SP
Em Jundiaí, um Pedagogo é contratado ganhando cerca de R$ 2.300 por mês, segundo os 27 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 8% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.500.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.300
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.200 e R$ 2.392.
Com base em 27 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Pouca gente contratada no período (27 pessoas): serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Pedagogo em Jundiaí?
Em Jundiaí, o salário de contratação de Pedagogo é de cerca de R$ 2.300 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.200 e R$ 2.392, com base em 27 pessoas contratadas. São poucas contratações no período, então o valor dá uma ideia geral da faixa, mas pode mudar bastante de um período para outro.
Qual o salário inicial de Pedagogo em Jundiaí?
O piso mais comum na contratação de Pedagogo em Jundiaí fica em torno de R$ 2.200 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Pedagogo em Jundiaí é bom?
Comparando com as outras profissões de Jundiaí, Pedagogo paga cerca de 8% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 2.300 por mês contra R$ 2.500 da profissão típica de Jundiaí.
Onde Pedagogo ganha mais que em Jundiaí?
Entre as 15 cidades com dados para Pedagogo, Jundiaí aparece na 8ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Pedagogo está contratando em Jundiaí?
Em Jundiaí entre julho de 2025 a junho de 2026, 133 pessoas foram contratadas como Pedagogo e 144 saíram — a profissão perdeu 11 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 5 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.