Quanto ganha um Pedreiro de edificações em São Paulo - SP
Em São Paulo, um Pedreiro de edificações é contratado ganhando cerca de R$ 2.802 por mês, segundo os 206 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 8% mais que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.600.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.802
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.665 e R$ 2.802.
Com base em 206 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Pedreiro de edificações em São Paulo?
Em São Paulo, o salário de contratação de Pedreiro de edificações é de cerca de R$ 2.802 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.665 e R$ 2.802, com base em 206 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Pedreiro de edificações em São Paulo?
O piso mais comum na contratação de Pedreiro de edificações em São Paulo fica em torno de R$ 2.665 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Pedreiro de edificações em São Paulo é bom?
Comparando com as outras profissões de São Paulo, Pedreiro de edificações paga cerca de 8% mais que a profissão típica da cidade: são R$ 2.802 por mês contra R$ 2.600 da profissão típica de São Paulo.
Onde Pedreiro de edificações ganha mais que em São Paulo?
Entre as 95 cidades com dados para Pedreiro de edificações, São Paulo aparece na 23ª posição por salário de contratação — acima da maioria das cidades nesta profissão.
Pedreiro de edificações está contratando em São Paulo?
Em São Paulo entre julho de 2025 a junho de 2026, 1248 pessoas foram contratadas como Pedreiro de edificações e 1465 saíram — a profissão perdeu 217 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 5 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.