Quanto ganha um Polidor de pedras em São Paulo - SP
Em São Paulo, um Polidor de pedras é contratado ganhando cerca de R$ 2.665 por mês, segundo os 49 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.665
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.665 e R$ 2.802.
Com base em 49 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Polidor de pedras em São Paulo?
Em São Paulo, o salário de contratação de Polidor de pedras é de cerca de R$ 2.665 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.665 e R$ 2.802, com base em 49 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Polidor de pedras em São Paulo?
O piso mais comum na contratação de Polidor de pedras em São Paulo fica em torno de R$ 2.665 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Polidor de pedras em São Paulo é bom?
Comparando com as outras profissões de São Paulo, Polidor de pedras paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.665 por mês contra R$ 2.600 da profissão típica de São Paulo.
Onde Polidor de pedras ganha mais que em São Paulo?
Entre as 13 cidades com dados para Polidor de pedras, São Paulo aparece na 2ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.
Polidor de pedras está contratando em São Paulo?
Em São Paulo entre julho de 2025 a junho de 2026, 326 pessoas foram contratadas como Polidor de pedras e 345 saíram — a profissão perdeu 19 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 6 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.