Quanto ganha um Supervisor de andar em São Paulo - SP
Em São Paulo, um Supervisor de andar é contratado ganhando cerca de R$ 3.500 por mês, segundo os 48 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 35% mais que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.600.
Horário normal (44h por semana)
R$ 3.500
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.428 e R$ 3.818.
Com base em 48 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Supervisor de andar em São Paulo?
Em São Paulo, o salário de contratação de Supervisor de andar é de cerca de R$ 3.500 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.428 e R$ 3.818, com base em 48 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Supervisor de andar em São Paulo?
O piso mais comum na contratação de Supervisor de andar em São Paulo fica em torno de R$ 2.428 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Supervisor de andar em São Paulo é bom?
Comparando com as outras profissões de São Paulo, Supervisor de andar paga cerca de 35% mais que a profissão típica da cidade: são R$ 3.500 por mês contra R$ 2.600 da profissão típica de São Paulo.
Supervisor de andar está contratando em São Paulo?
Em São Paulo entre julho de 2025 a junho de 2026, 165 pessoas foram contratadas como Supervisor de andar e 247 saíram — a profissão perdeu 82 pessoas a mais do que contratou. Ela não cresceu em nenhum mês.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.