Quanto ganha um Vendedor em domicílio em Bagé - RS

Bagé - RS 10 contratações abril a junho de 2026 amostra pequena

Em Bagé, um Vendedor em domicílio é contratado ganhando cerca de R$ 1.881 por mês, segundo os 10 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.

Horário normal (44h por semana)

R$ 1.881

por mês, na hora da contratação

Todas as 10 contratações saíram pelo mesmo valor — costuma ser piso de categoria ou uma empresa contratando várias pessoas de uma vez.

Com base em 10 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Vendedor em domicílio em Bagé?

Em Bagé, o salário de contratação de Vendedor em domicílio é de cerca de R$ 1.881 por mês. Todas as 10 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.

O salário de Vendedor em domicílio em Bagé é bom?

Comparando com as outras profissões de Bagé, Vendedor em domicílio paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.881 por mês contra R$ 1.872 da profissão típica de Bagé.

Onde Vendedor em domicílio ganha mais que em Bagé?

Entre as 149 cidades com dados para Vendedor em domicílio, Bagé aparece na 56ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.