Salários em Bagé - RS

A média salarial em Bagé é de R$ 1.957, mas o valor do meio é R$ 1.872 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 1.872
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 1.957
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 1.872 · R$ 1.846
salário do meio de cada um
Idade média
31,8 anos
de quem foi contratado
Jornada média
41,3h
por semana
Contratações
6.439
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Tabela de salários

Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões

O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Ver a lista completa de profissões em alta

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

6.439

Saídas

6.692

Diferença

−253

mais saídas que entradas

Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,8%
    R$ 1.920
  • Até o 5º ano 1,5%
    R$ 1.920
  • Do 6º ao 9º ano 6,4%
    R$ 1.872
  • Fundamental completo 6,8%
    R$ 1.872
  • Médio incompleto 8,9%
    R$ 1.857
  • Médio completo 63%
    R$ 1.872
  • Superior incompleto 5,6%
    R$ 1.855
  • Superior completo 5,3%
    R$ 2.067
  • Pós-graduação 0,6%
    R$ 2.814

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Comércio e oficinas 47%
    R$ 1.872
  • Indústria 9,4%
    R$ 1.915
  • Agricultura e pecuária 8,1%
    R$ 1.920
  • Hotéis, bares e restaurantes 5,6%
    R$ 1.830
  • Construção 5,1%
    R$ 2.200
  • Saúde e assistência social 5,0%
    R$ 1.830
  • Transporte e entregas 4,6%
    R$ 2.097
  • Serviços para empresas 4,4%
    R$ 1.842
  • Educação 2,8%
    R$ 1.674
  • Escritórios técnicos e consultorias 1,9%
    R$ 1.920
  • Outros serviços 1,9%
    R$ 1.685
  • Bancos e seguros 0,8%
    R$ 2.248
  • Tecnologia e comunicação 0,8%
    R$ 1.872
  • Imobiliárias 0,8%
    R$ 1.789
  • Cultura, esporte e lazer 0,7%
    R$ 2.500

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 3,0%
    R$ 895
  • 18-24 anos 30%
    R$ 1.846
  • 25-29 anos 18%
    R$ 1.872
  • 30-39 anos 25%
    R$ 1.872
  • 40-49 anos 16%
    R$ 1.873
  • 50-59 anos 7,2%
    R$ 1.915
  • 60 anos ou mais 1,6%
    R$ 1.920

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 57%
    R$ 1.872
  • Mulheres 43%
    R$ 1.846

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A empresa demitiu (sem justa causa) 50%
    3356
  • A pessoa pediu para sair 31%
    2084
  • Acabou o contrato temporário 15%
    1034
  • A empresa demitiu por justa causa 1,3%
    85
  • Acordo entre as duas partes 1,1%
    75
  • Falecimento 0,5%
    35

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

Perguntas frequentes

Qual profissão mais contrata em Bagé?

Em Bagé, a profissão com mais contratações entre abril a junho de 2026 foi Vendedor de comércio varejista, com 126 pessoas contratadas. O salário de contratação ficou em torno de R$ 1.872 por mês.

Qual profissão paga mais em Bagé?

Entre as profissões com mais contratações em Bagé, Motorista de caminhão teve o maior salário de contratação: cerca de R$ 2.966 por mês.

De onde vêm os dados de salário de Bagé?

São os salários que as empresas registraram ao contratar e informaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Novo CAGED, abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o valor que consta no registro de quem foi contratado.

Qual a média salarial em Bagé?

A média salarial de quem é contratado em Bagé é de R$ 1.957 por mês. Mas o valor do meio é R$ 1.872: metade das pessoas foi contratada ganhando menos que isso. A média fica acima porque alguns salários altos puxam a conta para cima — para saber quanto se ganha de verdade num cargo, o valor do meio descreve melhor.

Estudar mais aumenta o salário em Bagé?

Em Bagé, a maior parte das contratações é de quem tem médio completo, com salário em torno de R$ 1.872. O nível que paga mais é pós-graduação, com cerca de R$ 2.814 — uma diferença de 50%. Vale olhar a tabela completa: em muitas cidades o salário de entrada é parecido entre os níveis mais baixos, e a diferença aparece só no ensino superior.

Que setor paga melhor em Bagé?

Em Bagé, o setor que mais contrata é comércio e oficinas (47% das contratações), com salário em torno de R$ 1.872. Já o setor que paga melhor é cultura, esporte e lazer, com cerca de R$ 2.500 — ou seja, o setor com mais vagas não é o que paga mais.

Que profissões estão crescendo em Bagé?

Contando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão em Bagé entre julho de 2025 a junho de 2026, quem mais cresceu foi Atendente de lojas e mercados: 420 contratações contra 329 saídas — cresceu em 10 de 12 meses. Também cresceram: Repositor de mercadorias, Operador de transporte multimodal. Crescer aqui quer dizer contratar mais gente do que perder, o que é diferente de ter muitas vagas: profissão com muita vaga toda hora pode estar só trocando de gente.

Por que abrem vagas em Bagé?

Entre as pessoas que saíram de um emprego em Bagé entre julho de 2025 a junho de 2026, o motivo mais comum foi: a empresa demitiu (sem justa causa) (50% dos casos), seguido de a pessoa pediu para sair (31%). Boa parte das vagas que abrem não vem de demissão, e sim de alguém que pediu para sair — o que significa que a vaga existe porque a posição ficou livre.

Quantas pessoas são contratadas em Bagé?

Em Bagé entre julho de 2025 a junho de 2026, foram 6.439 contratações e 6.692 saídas de emprego com carteira assinada, uma diferença de −253. Essa diferença vale para esse período específico: um único mês mais forte ou mais fraco muda o resultado, então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo no geral.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.