Quanto ganha um Vendedor em domicílio em Belém - PA

Belém - PA 83 contratações abril a junho de 2026

Em Belém, um Vendedor em domicílio é contratado ganhando cerca de R$ 1.636 por mês, segundo os 83 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 11% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 1.828.

Horário normal (44h por semana)

R$ 1.636

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.621 e R$ 1.756.

R$ 1.621 R$ 1.756

Com base em 83 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Vendedor em domicílio em Belém?

Em Belém, o salário de contratação de Vendedor em domicílio é de cerca de R$ 1.636 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.621 e R$ 1.756, com base em 83 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Vendedor em domicílio em Belém?

O piso mais comum na contratação de Vendedor em domicílio em Belém fica em torno de R$ 1.621 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

O salário de Vendedor em domicílio em Belém é bom?

Comparando com as outras profissões de Belém, Vendedor em domicílio paga cerca de 11% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 1.636 por mês contra R$ 1.828 da profissão típica de Belém.

Onde Vendedor em domicílio ganha mais que em Belém?

Entre as 149 cidades com dados para Vendedor em domicílio, Belém aparece na 102ª posição por salário de contratação — abaixo da maioria das cidades nesta profissão.

Vendedor em domicílio está contratando em Belém?

Em Belém entre julho de 2025 a junho de 2026, 456 pessoas foram contratadas como Vendedor em domicílio e 466 saíram — a profissão perdeu 10 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 7 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.