Ascensorista
A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 47 atribuições para ascensorista, em 4 áreas de atuação.
- Salário típico
- R$ 1.757
- meio período
- Cidades com dado
- 4
- 106 contratações
- Está contratando?
- −92
- encolheu em 7 das 13 cidades
- Atribuições
- 47
- em 4 áreas de atuação
Quanto paga
Meio período
106 contratações em 4 cidades
R$ 1.757
de R$ 1.704 a R$ 2.047
Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.
Horário normal (44h por semana)
74 contratações em 3 cidades
R$ 2.032
de R$ 1.811 a R$ 2.087
O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.
O que faz um ascensorista
As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.
Zelar pela segurança das pessoas e do patrimônio
9- Acender e apagar lâmpadas
- Verificar fechamento de portas e janelas
- Observar movimentação de pessoas nas redondezas
- Socorrer pessoas presas no elevador
Atender pessoas
5- Identificar pessoas
- Acompanhar a movimentação de pessoas
- Prestar informações às pessoas sobre o comércio local
- Informar sobre meios de transporte
Dirigir o elevador
7- Vistoriar o funcionamento do elevador
- Limpar o elevador
- Preparar o elevador para funcionamento manual ou automático
- Limitar a quantidade e peso das pessoas e mercadorias no elevador
Realizar pequenos reparos
1- Trocar interruptor e lâmpadas do elevador
Competências que a função pede
Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.
- Operar aparelhos de comunicação
- Transmitir recados e avisos
- Lidar com o público
- Advertir pessoas
- Demonstrar educação
- Manter postura
- Expressar-se com clareza
- Dar provas de honestidade
- Demonstrar controle emocional
- Demonstrar asseio
- Adaptar-se à clientela variada
- Demonstrar desinibição
- Dar provas de atenção
- Demonstrar espírito de equipe
- Organizar-se
- Agir de forma prestativa
- Intervir com discrição
- Demonstrar gentileza
Esta profissão está contratando?
Foram 846 contratações e 938 saídas — um saldo de −92 pessoas. A profissão encolheu em 7 das 13 cidades com dado.
Saldo não é o mesmo que vaga aberta. Uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — aí o que o número mostra é rotatividade, não crescimento. E só entra na conta o emprego com carteira assinada. Dados de abril a junho de 2026.
Perguntas frequentes
O que faz um ascensorista?
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um ascensorista tem 47 atribuições descritas, distribuídas em 4 áreas de atuação. Em zelar pela segurança das pessoas e do patrimônio, por exemplo: acender e apagar lâmpadas; verificar fechamento de portas e janelas; observar movimentação de pessoas nas redondezas; socorrer pessoas presas no elevador.
Quanto ganha um ascensorista?
A mediana do salário de contratação de ascensorista é R$ 1.757 na cidade do meio, considerando 106 contratações em 4 cidades. A maior parte das contratações nesta profissão é em meio período, então o valor é proporcional à jornada e não se compara direto com o de quem trabalha 44 horas por semana. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.
A profissão de ascensorista está contratando?
A profissão está encolhendo: houve 92 saídas a mais do que contratações, e ela caiu em 7 das 13 cidades com dado.
De onde vem a descrição da profissão
As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 514105.
A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.