Assistente técnico de seguros
A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 29 atribuições para assistente técnico de seguros, em 4 áreas de atuação.
- Salário típico
- R$ 2.794
- meio período
- Cidades com dado
- 4
- 159 contratações
- Está contratando?
- +183
- cresceu em 5 das 6 cidades
- Atribuições
- 29
- em 4 áreas de atuação
Quanto paga
Meio período
159 contratações em 4 cidades
R$ 2.794
de R$ 1.897 a R$ 3.260
Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.
Horário normal (44h por semana)
14 contratações em 1 cidade
R$ 2.834
O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.
O que faz um assistente técnico de seguros
As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.
Comercializar seguros
3- Levantar necessidades dos clientes
- Identificar novos nichos de mercado
- Transmitir informações sobre necessidades de clientes
Subscrever riscos
1- Enquadrar propostas às condições de resseguro e co-seguro da companhia
Desenvolver produtos
12- Pesquisar mercado concorrente
- Comparar produtos de concorrentes
- Consultar demais áreas da empresa
- Pesquisar legislação
Elaborar documentação técnica
2- Redigir condições contratuais para novos produtos
- Criar normas e procedimentos internos
Competências que a função pede
Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.
- Agir com paciência
- Agir com empatia
- Demonstrar flexibilidade
- Dar provas de credibilidade
- Demonstrar capacidade de pesquisa
- Raciocinar de forma lógica
- Demonstrar capacidade de decisão
- Agir com persuasão
- Demonstrar senso de observação
- Expressar-se de forma oral e escrita
- Agir com objetividade
Esta profissão está contratando?
Foram 727 contratações e 544 saídas — um saldo de +183 pessoas. A profissão cresceu em 5 das 6 cidades com dado.
Saldo não é o mesmo que vaga aberta. Uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — aí o que o número mostra é rotatividade, não crescimento. E só entra na conta o emprego com carteira assinada. Dados de abril a junho de 2026.
Perguntas frequentes
O que faz um assistente técnico de seguros?
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um assistente técnico de seguros tem 29 atribuições descritas, distribuídas em 4 áreas de atuação. Em comercializar seguros, por exemplo: levantar necessidades dos clientes; identificar novos nichos de mercado; transmitir informações sobre necessidades de clientes.
Quanto ganha um assistente técnico de seguros?
A mediana do salário de contratação de assistente técnico de seguros é R$ 2.794 na cidade do meio, considerando 159 contratações em 4 cidades. A maior parte das contratações nesta profissão é em meio período, então o valor é proporcional à jornada e não se compara direto com o de quem trabalha 44 horas por semana. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.
A profissão de assistente técnico de seguros está contratando?
Sim: houve 183 contratações a mais do que saídas, e a profissão cresceu em 5 das 6 cidades com dado.
De onde vem a descrição da profissão
As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 351720.
A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.