Salários em Cachoeiro de Itapemirim - ES
A média salarial em Cachoeiro de Itapemirim é de R$ 2.015, mas o valor do meio é R$ 1.721 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.721
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.015
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.851 · R$ 1.650
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 31,8 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42h
- por semana
- Contratações
- 23.256
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Agente de pátioR$ 1.721
- Apontador de produçãoR$ 2.744
- CarregadorR$ 1.686
- Cobrador de transportes coletivosR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Eletricista de instalaçõesR$ 2.099
- EncanadorR$ 2.432
- Gerente de produção e operaçõesR$ 3.846
- MineiroR$ 2.050
- Montador de equipamentos elétricosR$ 2.659Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Operador de empilhadeiraR$ 2.583
- PadeiroR$ 2.600
- Supervisor administrativoR$ 3.500
- Técnico de planejamento de produçãoR$ 3.000
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Alimentador de linha de produção+155
788 contratados, 633 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Auxiliar de escritório+113
1244 contratados, 1131 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Auxiliar nos serviços de alimentação+101
520 contratados, 419 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Repositor de mercadorias+89
736 contratados, 647 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Atendente de lojas e mercados+80
702 contratados, 622 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Estoquista+68
268 contratados, 200 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Vendedor de comércio varejista-106
1535 contratados, 1641 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Pedreiro-74
168 contratados, 242 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Gerente administrativo-43
65 contratados, 108 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
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Supervisor administrativo-28
40 contratados, 68 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
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Gerente comercial-27
33 contratados, 60 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Apontador de produção-26
42 contratados, 68 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
23.256
Saídas
22.286
Diferença
+970
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,3%R$ 1.740
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,3%R$ 1.842
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Até o 5º ano 1,4%R$ 1.900
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Do 6º ao 9º ano 6,0%R$ 1.722
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Fundamental completo 6,7%R$ 1.806
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Médio incompleto 11%R$ 1.661
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Médio completo 59%R$ 1.702
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Superior incompleto 5,4%R$ 1.721
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Superior completo 7,5%R$ 2.500
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Pós-graduação 1,0%R$ 2.523
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Comércio e oficinas 36%R$ 1.650
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Indústria 22%R$ 2.000
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Saúde e assistência social 8,0%R$ 1.621
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Serviços para empresas 7,0%R$ 1.683
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Hotéis, bares e restaurantes 6,0%R$ 1.705
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Transporte e entregas 5,3%R$ 2.195
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Construção 5,0%R$ 1.950
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Educação 2,3%R$ 1.621
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Escritórios técnicos e consultorias 2,0%R$ 1.752
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Outros serviços 1,1%R$ 1.640
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Mineração 1,1%R$ 2.202
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Água e saneamento 1,0%R$ 2.010
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Agricultura e pecuária 0,9%R$ 2.098
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Tecnologia e comunicação 0,9%R$ 1.800
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Bancos e seguros 0,8%R$ 1.996
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Cultura, esporte e lazer 0,5%R$ 1.518
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Imobiliárias 0,2%R$ 1.702
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 3,5%R$ 811
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18-24 anos 30%R$ 1.671
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25-29 anos 17%R$ 1.745
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30-39 anos 25%R$ 1.809
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40-49 anos 16%R$ 1.900
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50-59 anos 6,7%R$ 1.840
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60 anos ou mais 1,7%R$ 1.854
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 58%R$ 1.851
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Mulheres 42%R$ 1.650
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 46%10294
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A pessoa pediu para sair 41%9028
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Acabou o contrato temporário 10%2296
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A empresa demitiu por justa causa 1,6%351
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Acordo entre as duas partes 1,0%221
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Falecimento 0,4%88
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.