Salários em Capelinha - MG
A média salarial em Capelinha é de R$ 2.259, mas o valor do meio é R$ 1.739 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.739
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.259
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.150 · R$ 1.621
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 31,4 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 43,5h
- por semana
- Contratações
- 6.750
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Ajudante de motoristaR$ 1.739
- Alimentador de linha de produçãoR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- AlmoxarifeR$ 2.000
- Armador de estrutura de concreto armadoR$ 2.634
- Assistente administrativoR$ 2.000
- Atendente de lojas e mercadosR$ 1.742
- Auxiliar de escritórioR$ 1.717
- Auxiliar nos serviços de alimentaçãoR$ 1.741
- CarpinteiroR$ 2.150
- Carpinteiro de obrasR$ 2.634
- CarregadorR$ 1.769Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Classificador de madeiraR$ 1.739
- Eletricista de instalaçõesR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- FaxineiroR$ 1.692
- MagarefeR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Mecânico de manutenção de automóveis, motocicletas e veículos similaresR$ 1.739
- MestreR$ 6.227
- Montador de estruturas metálicasR$ 3.378
- MotofretistaR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Motorista de caminhãoR$ 2.948
- Motorista operacional de guinchoR$ 3.645
- Operador de caixaR$ 1.621
- Operador de motoniveladoraR$ 4.500
- Operador de motosserraR$ 2.634
- Operador de máquinas de construção civil e mineraçãoR$ 3.355
- PedreiroR$ 2.634
- Promotor de vendasR$ 1.739
- Repositor de mercadoriasR$ 1.742
- Servente de obrasR$ 1.692
- Trabalhador volante da agriculturaR$ 1.621
- Tratorista agrícolaR$ 2.432
- Vendedor de comércio varejistaR$ 1.700
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Operador de caixa+50
235 contratados, 185 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Repositor de mercadorias+50
182 contratados, 132 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Alimentador de linha de produção+48
125 contratados, 77 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Carpinteiro de obras+45
63 contratados, 18 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Atendente de lojas e mercados+36
75 contratados, 39 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Ajudante de motorista+20
78 contratados, 58 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Montador de estruturas metálicas-763
683 contratados, 1446 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Servente de obras-408
944 contratados, 1352 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Motorista de caminhão-289
380 contratados, 669 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
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Vigia-117
65 contratados, 182 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Operador de máquinas de construção civil e mineração-106
104 contratados, 210 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Carregador-83
100 contratados, 183 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
6.750
Saídas
8.600
Diferença
−1.850
mais saídas que entradas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,9%R$ 1.692
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 7,6%R$ 2.521
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Até o 5º ano 1,9%R$ 2.497
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Do 6º ao 9º ano 10%R$ 2.277
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Fundamental completo 9,8%R$ 2.474
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Médio incompleto 8,3%R$ 1.721
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Médio completo 57%R$ 1.700
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Superior incompleto 1,2%R$ 1.818
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Superior completo 3,0%R$ 2.658
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Serviços para empresas 37%R$ 2.528
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Comércio e oficinas 21%R$ 1.629
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Indústria 9,4%R$ 1.621
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Construção 8,6%R$ 2.150
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Energia e gás 6,7%R$ 2.634
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Agricultura e pecuária 4,7%R$ 1.621
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Saúde e assistência social 2,8%R$ 1.721
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Transporte e entregas 2,7%R$ 2.245
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Escritórios técnicos e consultorias 2,0%R$ 1.769
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Hotéis, bares e restaurantes 1,7%R$ 1.621
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Outros serviços 0,9%R$ 1.621
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Educação 0,9%R$ 1.718
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 1,6%R$ 1.518
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18-24 anos 30%R$ 1.626
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25-29 anos 18%R$ 1.800
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30-39 anos 28%R$ 2.299
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40-49 anos 16%R$ 2.450
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50-59 anos 5,2%R$ 2.497
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60 anos ou mais 0,8%R$ 2.521
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 73%R$ 2.150
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Mulheres 27%R$ 1.621
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 78%6718
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A pessoa pediu para sair 16%1417
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Acabou o contrato temporário 4,1%349
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A empresa demitiu por justa causa 0,9%77
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
Perguntas frequentes
Qual profissão mais contrata em Capelinha?
Em Capelinha, a profissão com mais contratações entre abril a junho de 2026 foi Servente de obras, com 191 pessoas contratadas. O salário de contratação ficou em torno de R$ 1.692 por mês.
Qual profissão paga mais em Capelinha?
Entre as profissões com mais contratações em Capelinha, Mestre teve o maior salário de contratação: cerca de R$ 6.227 por mês.
De onde vêm os dados de salário de Capelinha?
São os salários que as empresas registraram ao contratar e informaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Novo CAGED, abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o valor que consta no registro de quem foi contratado.
Qual a média salarial em Capelinha?
A média salarial de quem é contratado em Capelinha é de R$ 2.259 por mês. Mas o valor do meio é R$ 1.739: metade das pessoas foi contratada ganhando menos que isso. A média fica acima porque alguns salários altos puxam a conta para cima — para saber quanto se ganha de verdade num cargo, o valor do meio descreve melhor.
Estudar mais aumenta o salário em Capelinha?
Em Capelinha, a maior parte das contratações é de quem tem médio completo, com salário em torno de R$ 1.700. O nível que paga mais é superior completo, com cerca de R$ 2.658 — uma diferença de 56%. Vale olhar a tabela completa: em muitas cidades o salário de entrada é parecido entre os níveis mais baixos, e a diferença aparece só no ensino superior.
Que setor paga melhor em Capelinha?
Em Capelinha, o setor que mais contrata é serviços para empresas (37% das contratações), com salário em torno de R$ 2.528. Já o setor que paga melhor é energia e gás, com cerca de R$ 2.634 — ou seja, o setor com mais vagas não é o que paga mais.
Que profissões estão crescendo em Capelinha?
Contando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão em Capelinha entre julho de 2025 a junho de 2026, quem mais cresceu foi Operador de caixa: 235 contratações contra 185 saídas — cresceu em 7 de 12 meses. Também cresceram: Repositor de mercadorias, Alimentador de linha de produção. Crescer aqui quer dizer contratar mais gente do que perder, o que é diferente de ter muitas vagas: profissão com muita vaga toda hora pode estar só trocando de gente.
Por que abrem vagas em Capelinha?
Entre as pessoas que saíram de um emprego em Capelinha entre julho de 2025 a junho de 2026, o motivo mais comum foi: a empresa demitiu (sem justa causa) (78% dos casos), seguido de a pessoa pediu para sair (16%). Boa parte das vagas que abrem não vem de demissão, e sim de alguém que pediu para sair — o que significa que a vaga existe porque a posição ficou livre.
Quantas pessoas são contratadas em Capelinha?
Em Capelinha entre julho de 2025 a junho de 2026, foram 6.750 contratações e 8.600 saídas de emprego com carteira assinada, uma diferença de −1.850. Essa diferença vale para esse período específico: um único mês mais forte ou mais fraco muda o resultado, então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo no geral.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.