Salários em Conceição do Coité - BA
A média salarial em Conceição do Coité é de R$ 1.736, mas o valor do meio é R$ 1.621 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.621
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 1.736
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.621 · R$ 1.621
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 30,3 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,6h
- por semana
- Contratações
- 2.666
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
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- Ajudante de motoristaR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Alimentador de linha de produçãoR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Assistente administrativoR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Auxiliar de escritórioR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Montador de calçadosR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Motorista de caminhãoR$ 2.509
- Operador de caixaR$ 1.621
- Operador polivalente da indústria têxtilR$ 1.674
- PedreiroR$ 2.603
- Repositor de mercadoriasR$ 1.660
- Servente de obrasR$ 1.654Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Trabalhador polivalente da confecção de calçadosR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Vendedor de comércio varejistaR$ 1.621
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Operador polivalente da indústria têxtil+65
213 contratados, 148 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Servente de obras+47
113 contratados, 66 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Professor de ensino superior na área de orientação educacional+30
51 contratados, 21 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Varredor de rua+24
28 contratados, 4 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Costurador de calçados, a máquina+24
49 contratados, 25 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Vendedor de comércio varejista+20
223 contratados, 203 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Trabalhador polivalente da confecção de calçados-132
129 contratados, 261 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Alimentador de linha de produção-130
127 contratados, 257 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Operador de caixa-11
53 contratados, 64 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Repositor de mercadorias-11
68 contratados, 79 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Carregador-10
40 contratados, 50 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Frentista-4
20 contratados, 24 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
2.666
Saídas
2.579
Diferença
+87
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,4%R$ 1.624
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Do 6º ao 9º ano 4,9%R$ 1.621
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Fundamental completo 3,4%R$ 1.621
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Médio incompleto 8,9%R$ 1.621
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Médio completo 73%R$ 1.621
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Superior incompleto 2,2%R$ 1.621
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Superior completo 5,1%R$ 2.050
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Indústria 39%R$ 1.621
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Comércio e oficinas 28%R$ 1.621
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Construção 9,2%R$ 1.654
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Saúde e assistência social 5,2%R$ 1.621
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Transporte e entregas 5,0%R$ 1.621
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Educação 4,0%R$ 1.670
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Tecnologia e comunicação 2,1%R$ 1.621
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Serviços para empresas 2,0%R$ 1.621
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Escritórios técnicos e consultorias 1,9%R$ 1.621
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Hotéis, bares e restaurantes 1,7%R$ 1.518
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 1,3%R$ 1.621
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18-24 anos 34%R$ 1.621
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25-29 anos 20%R$ 1.621
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30-39 anos 25%R$ 1.621
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40-49 anos 16%R$ 1.621
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50-59 anos 3,6%R$ 1.624
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 61%R$ 1.621
-
Mulheres 39%R$ 1.621
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
-
A empresa demitiu (sem justa causa) 70%1797
-
A pessoa pediu para sair 17%434
-
Acabou o contrato temporário 12%310
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
Perguntas frequentes
Qual profissão mais contrata em Conceição do Coité?
Em Conceição do Coité, a profissão com mais contratações entre abril a junho de 2026 foi Operador polivalente da indústria têxtil, com 48 pessoas contratadas. O salário de contratação ficou em torno de R$ 1.674 por mês.
Qual profissão paga mais em Conceição do Coité?
Entre as profissões com mais contratações em Conceição do Coité, Pedreiro teve o maior salário de contratação: cerca de R$ 2.603 por mês.
De onde vêm os dados de salário de Conceição do Coité?
São os salários que as empresas registraram ao contratar e informaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Novo CAGED, abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o valor que consta no registro de quem foi contratado.
Qual a média salarial em Conceição do Coité?
A média salarial de quem é contratado em Conceição do Coité é de R$ 1.736 por mês. Mas o valor do meio é R$ 1.621: metade das pessoas foi contratada ganhando menos que isso. A média fica acima porque alguns salários altos puxam a conta para cima — para saber quanto se ganha de verdade num cargo, o valor do meio descreve melhor.
Estudar mais aumenta o salário em Conceição do Coité?
Em Conceição do Coité, a maior parte das contratações é de quem tem médio completo, com salário em torno de R$ 1.621. O nível que paga mais é superior completo, com cerca de R$ 2.050 — uma diferença de 26%. Vale olhar a tabela completa: em muitas cidades o salário de entrada é parecido entre os níveis mais baixos, e a diferença aparece só no ensino superior.
Que setor paga melhor em Conceição do Coité?
Em Conceição do Coité, o setor que mais contrata é indústria (39% das contratações), com salário em torno de R$ 1.621. Já o setor que paga melhor é educação, com cerca de R$ 1.670 — ou seja, o setor com mais vagas não é o que paga mais.
Que profissões estão crescendo em Conceição do Coité?
Contando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão em Conceição do Coité entre julho de 2025 a junho de 2026, quem mais cresceu foi Operador polivalente da indústria têxtil: 213 contratações contra 148 saídas — cresceu em 7 de 12 meses. Também cresceram: Servente de obras, Professor de ensino superior na área de orientação educacional. Crescer aqui quer dizer contratar mais gente do que perder, o que é diferente de ter muitas vagas: profissão com muita vaga toda hora pode estar só trocando de gente.
Por que abrem vagas em Conceição do Coité?
Entre as pessoas que saíram de um emprego em Conceição do Coité entre julho de 2025 a junho de 2026, o motivo mais comum foi: a empresa demitiu (sem justa causa) (70% dos casos), seguido de a pessoa pediu para sair (17%). Boa parte das vagas que abrem não vem de demissão, e sim de alguém que pediu para sair — o que significa que a vaga existe porque a posição ficou livre.
Quantas pessoas são contratadas em Conceição do Coité?
Em Conceição do Coité entre julho de 2025 a junho de 2026, foram 2.666 contratações e 2.579 saídas de emprego com carteira assinada, uma diferença de +87. Essa diferença vale para esse período específico: um único mês mais forte ou mais fraco muda o resultado, então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo no geral.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.