Salários em Lauro de Freitas - BA

A média salarial em Lauro de Freitas é de R$ 2.090, mas o valor do meio é R$ 1.686 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 1.686
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.090
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 1.691 · R$ 1.660
salário do meio de cada um
Idade média
36 anos
de quem foi contratado
Jornada média
42,2h
por semana
Contratações
62.467
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

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Profissão Salário Contratados
Ajudante de motorista R$ 1.660 105
Alimentador de linha de produção R$ 1.691 283
Almoxarife R$ 1.800 164
Armazenista R$ 1.710 49
Assistente administrativo R$ 1.843 288
Assistente de vendas R$ 1.808 47
Atendente de farmácia - balconista

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

R$ 1.700 33
Atendente de lanchonete R$ 1.625 154
Atendente de lojas e mercados R$ 1.700 228
Auxiliar de contabilidade R$ 2.000 28 pouco
Auxiliar de desenvolvimento infantil

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

R$ 1.621 26 pouco
Auxiliar de escritório R$ 1.768 256
Auxiliar de logistica

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

R$ 1.834 249
Auxiliar de manutenção predial R$ 1.737 59
Auxiliar geral de conservação de vias permanentes

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

R$ 1.660 49
Auxiliar nos serviços de alimentação R$ 1.646 134
Açougueiro R$ 1.903 38
Caldeireiro R$ 3.000 161
Carpinteiro de obras

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

R$ 2.603 30
Carregador R$ 1.834 134
Coletor de lixo domiciliar

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

R$ 1.621 26 pouco
Copeiro R$ 1.669 49
Cozinheiro geral R$ 1.638 202
Eletricista de instalações R$ 2.379 43
Eletricista de manutenção eletroeletrônica R$ 3.076 42
Estoquista R$ 1.703 32
Faxineiro R$ 1.660 854
Frentista R$ 1.621 34
Garçom R$ 1.646 48
Instalador-reparador de redes telefônicas e de comunicação de dados R$ 1.654 27 pouco
Lavador de veículos R$ 1.621 25 pouco
Mecânico de manutenção de automóveis, motocicletas e veículos similares R$ 1.700 53
Mecânico de manutenção de máquinas R$ 3.200 57
Mestre R$ 4.200 26 pouco
Montador de andaimes R$ 4.002 34
Motorista de caminhão R$ 2.465 165
Motorista de carro de passeio R$ 2.258 93
Motorista de furgão ou veículo similar R$ 2.140 43
Motorista de ônibus rodoviário R$ 3.345 46
Operador de caixa R$ 1.808 234
Operador de colhedor florestal

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

R$ 1.882 47
Pedreiro

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

R$ 2.603 207
Pintor de obras R$ 2.603 37
Pintor, a pistola

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

R$ 1.691 29 pouco
Porteiro de edifícios R$ 1.735 343
Porteiro de locais de diversão

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

R$ 1.735 94
Promotor de vendas R$ 1.798 167
Recepcionista R$ 1.874 452
Repositor de mercadorias R$ 1.808 114
Servente de obras R$ 1.654 723
Soldador R$ 2.948 46
Supervisor administrativo R$ 2.625 51
Trabalhador da manutenção de edificações R$ 2.379 74
Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicas

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

R$ 1.660 230
Técnico em segurança do trabalho R$ 3.320 62
Técnico mecânico R$ 2.000 24 pouco
Vendedor de comércio varejista R$ 1.808 307
Vigia R$ 1.669 125
Vigilante

Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.

R$ 1.621 1611
Zelador de edifício R$ 1.801 37

O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

62.467

Saídas

57.935

Diferença

+4.532

mais entradas que saídas

⚠️ Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Sem escolaridade 0,1%
    R$ 1.638
  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 0,7%
    R$ 1.654
  • Até o 5º ano 0,5%
    R$ 1.624
  • Do 6º ao 9º ano 1,2%
    R$ 1.638
  • Fundamental completo 2,4%
    R$ 1.649
  • Médio incompleto 3,4%
    R$ 1.625
  • Médio completo 82%
    R$ 1.666
  • Superior incompleto 2,6%
    R$ 1.757
  • Superior completo 6,4%
    R$ 2.600
  • Pós-graduação 0,7%
    R$ 4.000
  • Mestrado 0,1%
    R$ 7.800

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Serviços para empresas 44%
    R$ 1.621
  • Construção 15%
    R$ 2.510
  • Comércio e oficinas 14%
    R$ 1.690
  • Escritórios técnicos e consultorias 5,6%
    R$ 1.900
  • Saúde e assistência social 4,7%
    R$ 1.656
  • Indústria 4,5%
    R$ 1.737
  • Hotéis, bares e restaurantes 4,2%
    R$ 1.625
  • Transporte e entregas 3,1%
    R$ 1.834
  • Educação 2,1%
    R$ 1.621
  • Outros serviços 0,8%
    R$ 1.685
  • Imobiliárias 0,6%
    R$ 1.691
  • Tecnologia e comunicação 0,6%
    R$ 1.621
  • Água e saneamento 0,4%
    R$ 1.678
  • Cultura, esporte e lazer 0,4%
    R$ 1.621
  • Agricultura e pecuária 0,2%
    R$ 1.882
  • Administração pública 0,2%
    R$ 1.723
  • Bancos e seguros 0,1%
    R$ 2.750
  • Mineração 0,1%
    R$ 2.300

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 0,7%
    R$ 762
  • 18-24 anos 19%
    R$ 1.646
  • 25-29 anos 15%
    R$ 1.690
  • 30-39 anos 27%
    R$ 1.691
  • 40-49 anos 25%
    R$ 1.690
  • 50-59 anos 11%
    R$ 1.690
  • 60 anos ou mais 2,4%
    R$ 1.973

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 65%
    R$ 1.691
  • Mulheres 35%
    R$ 1.660

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A empresa demitiu (sem justa causa) 59%
    34168
  • A pessoa pediu para sair 21%
    12166
  • Acabou o contrato temporário 13%
    7701
  • Acordo entre as duas partes 4,7%
    2731
  • A empresa demitiu por justa causa 1,4%
    799
  • Falecimento 0,4%
    255
  • Motivo não informado 0,2%
    94

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

Perguntas frequentes

Qual profissão mais contrata em Lauro de Freitas?

Em Lauro de Freitas, a profissão com mais contratações entre abril a junho de 2026 foi Vigilante, com 1611 pessoas contratadas. O salário de contratação ficou em torno de R$ 1.621 por mês.

Qual profissão paga mais em Lauro de Freitas?

Entre as profissões com mais contratações em Lauro de Freitas, Mestre teve o maior salário de contratação: cerca de R$ 4.200 por mês.

De onde vêm os dados de salário de Lauro de Freitas?

São os salários que as empresas registraram ao contratar e informaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Novo CAGED, abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o valor que consta no registro de quem foi contratado.

Qual a média salarial em Lauro de Freitas?

A média salarial de quem é contratado em Lauro de Freitas é de R$ 2.090 por mês. Mas o valor do meio é R$ 1.686: metade das pessoas foi contratada ganhando menos que isso. A média fica acima porque alguns salários altos puxam a conta para cima — para saber quanto se ganha de verdade num cargo, o valor do meio descreve melhor.

Estudar mais aumenta o salário em Lauro de Freitas?

Em Lauro de Freitas, a maior parte das contratações é de quem tem médio completo, com salário em torno de R$ 1.666. O nível que paga mais é mestrado, com cerca de R$ 7.800 — uma diferença de 368%. Vale olhar a tabela completa: em muitas cidades o salário de entrada é parecido entre os níveis mais baixos, e a diferença aparece só no ensino superior.

Que setor paga melhor em Lauro de Freitas?

Em Lauro de Freitas, o setor que mais contrata é serviços para empresas (44% das contratações), com salário em torno de R$ 1.621. Já o setor que paga melhor é bancos e seguros, com cerca de R$ 2.750 — ou seja, o setor com mais vagas não é o que paga mais.

Que profissões estão crescendo em Lauro de Freitas?

Contando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão em Lauro de Freitas entre julho de 2025 a junho de 2026, quem mais cresceu foi Servente de obras: 3279 contratações contra 2518 saídas — cresceu em 9 de 12 meses. Também cresceram: Recepcionista, Faxineiro. Crescer aqui quer dizer contratar mais gente do que perder, o que é diferente de ter muitas vagas: profissão com muita vaga toda hora pode estar só trocando de gente.

Por que abrem vagas em Lauro de Freitas?

Entre as pessoas que saíram de um emprego em Lauro de Freitas entre julho de 2025 a junho de 2026, o motivo mais comum foi: a empresa demitiu (sem justa causa) (59% dos casos), seguido de a pessoa pediu para sair (21%). Boa parte das vagas que abrem não vem de demissão, e sim de alguém que pediu para sair — o que significa que a vaga existe porque a posição ficou livre.

Quantas pessoas são contratadas em Lauro de Freitas?

Em Lauro de Freitas entre julho de 2025 a junho de 2026, foram 62.467 contratações e 57.935 saídas de emprego com carteira assinada, uma diferença de +4.532. Essa diferença vale para esse período específico: um único mês mais forte ou mais fraco muda o resultado, então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo no geral.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.