Salários em Ribeirão das Neves - MG
A média salarial em Ribeirão das Neves é de R$ 1.931, mas o valor do meio é R$ 1.720 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.720
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 1.931
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.740 · R$ 1.720
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 31,7 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 43h
- por semana
- Contratações
- 17.915
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Armador de estrutura de concreto armadoR$ 2.631Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Auxiliar geral de conservação de vias permanentesR$ 1.827
- ConfeiteiroR$ 1.835
- EncanadorR$ 2.631
- Encarregado de equipe de conservação de vias permanentesR$ 3.843
- GesseiroR$ 2.631
- Monitor de transporte escolarR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Operador de câmaras friasR$ 1.837
- Supervisor de vendas comercialR$ 5.003
- SócioeducadorR$ 1.963
- Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicasR$ 1.683
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Alimentador de linha de produção+179
925 contratados, 746 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Armazenista+146
455 contratados, 309 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Repositor de mercadorias+127
1008 contratados, 881 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Operador de caixa+111
1250 contratados, 1139 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Servente de obras+64
1127 contratados, 1063 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Atendente de lojas e mercados+63
1003 contratados, 940 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Porteiro de edifícios-228
47 contratados, 275 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Motorista de ônibus urbano-82
92 contratados, 174 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
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Instrutor de auto-escola-76
25 contratados, 101 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Recepcionista-76
145 contratados, 221 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Vendedor em comércio atacadista-55
125 contratados, 180 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Supervisor administrativo-42
33 contratados, 75 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
17.915
Saídas
17.841
Diferença
+74
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,1%R$ 1.700
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Até o 5º ano 0,7%R$ 1.720
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Do 6º ao 9º ano 3,4%R$ 1.720
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Fundamental completo 10%R$ 1.707
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Médio incompleto 9,9%R$ 1.700
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Médio completo 68%R$ 1.720
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Superior incompleto 2,0%R$ 1.837
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Superior completo 4,2%R$ 2.517
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Pós-graduação 0,4%R$ 3.495
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Comércio e oficinas 42%R$ 1.720
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Indústria 16%R$ 1.704
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Construção 15%R$ 1.840
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Transporte e entregas 7,5%R$ 1.723
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Serviços para empresas 5,6%R$ 1.700
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Hotéis, bares e restaurantes 4,1%R$ 1.621
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Saúde e assistência social 1,9%R$ 1.621
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Educação 1,7%R$ 1.687
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Outros serviços 1,7%R$ 1.649
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Escritórios técnicos e consultorias 1,5%R$ 1.750
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Administração pública 1,0%R$ 1.677
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Tecnologia e comunicação 0,6%R$ 1.621
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Cultura, esporte e lazer 0,5%R$ 1.518
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Bancos e seguros 0,3%R$ 2.240
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Água e saneamento 0,3%R$ 1.724
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 4,5%R$ 1.613
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18-24 anos 30%R$ 1.720
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25-29 anos 16%R$ 1.720
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30-39 anos 24%R$ 1.750
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40-49 anos 16%R$ 1.767
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50-59 anos 7,3%R$ 1.800
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60 anos ou mais 1,9%R$ 1.817
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 58%R$ 1.740
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Mulheres 42%R$ 1.720
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 49%8711
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A pessoa pediu para sair 32%5683
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Acabou o contrato temporário 14%2481
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A empresa demitiu por justa causa 4,3%764
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Acordo entre as duas partes 0,8%139
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Falecimento 0,2%42
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.