Salários em Vilhena - RO

A média salarial em Vilhena é de R$ 2.021, mas o valor do meio é R$ 1.773 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 1.773
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.021
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 1.842 · R$ 1.700
salário do meio de cada um
Idade média
29,8 anos
de quem foi contratado
Jornada média
42,4h
por semana
Contratações
17.039
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Tabela de salários

Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões

O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Ver a lista completa de profissões em alta

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

17.039

Saídas

16.392

Diferença

+647

mais entradas que saídas

Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Sem escolaridade 0,2%
    R$ 1.734
  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,5%
    R$ 1.981
  • Até o 5º ano 1,0%
    R$ 2.000
  • Do 6º ao 9º ano 3,9%
    R$ 1.917
  • Fundamental completo 3,5%
    R$ 1.800
  • Médio incompleto 12%
    R$ 1.714
  • Médio completo 65%
    R$ 1.766
  • Superior incompleto 5,7%
    R$ 1.773
  • Superior completo 5,4%
    R$ 2.294
  • Pós-graduação 1,3%
    R$ 3.305

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Comércio e oficinas 34%
    R$ 1.712
  • Transporte e entregas 12%
    R$ 2.227
  • Indústria 11%
    R$ 1.800
  • Serviços para empresas 7,4%
    R$ 1.700
  • Agricultura e pecuária 7,0%
    R$ 2.000
  • Hotéis, bares e restaurantes 6,5%
    R$ 1.680
  • Saúde e assistência social 5,9%
    R$ 1.863
  • Construção 4,0%
    R$ 1.933
  • Escritórios técnicos e consultorias 2,9%
    R$ 1.800
  • Educação 2,9%
    R$ 1.832
  • Tecnologia e comunicação 1,6%
    R$ 1.730
  • Outros serviços 1,3%
    R$ 1.700
  • Cultura, esporte e lazer 1,0%
    R$ 1.621
  • Bancos e seguros 0,9%
    R$ 2.205
  • Água e saneamento 0,5%
    R$ 1.773
  • Imobiliárias 0,3%
    R$ 1.688

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 4,3%
    R$ 1.621
  • 18-24 anos 36%
    R$ 1.718
  • 25-29 anos 17%
    R$ 1.800
  • 30-39 anos 23%
    R$ 1.803
  • 40-49 anos 14%
    R$ 1.900
  • 50-59 anos 4,9%
    R$ 2.000
  • 60 anos ou mais 0,9%
    R$ 2.432

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 56%
    R$ 1.842
  • Mulheres 44%
    R$ 1.700

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A pessoa pediu para sair 48%
    7919
  • A empresa demitiu (sem justa causa) 37%
    6056
  • Acabou o contrato temporário 12%
    2034
  • Acordo entre as duas partes 1,0%
    164
  • A empresa demitiu por justa causa 1,0%
    158
  • Falecimento 0,3%
    48

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

Perguntas frequentes

Qual profissão mais contrata em Vilhena?

Em Vilhena, a profissão com mais contratações entre abril a junho de 2026 foi Vendedor de comércio varejista, com 339 pessoas contratadas. O salário de contratação ficou em torno de R$ 1.800 por mês.

Qual profissão paga mais em Vilhena?

Entre as profissões com mais contratações em Vilhena, Enfermeiro teve o maior salário de contratação: cerca de R$ 4.340 por mês.

De onde vêm os dados de salário de Vilhena?

São os salários que as empresas registraram ao contratar e informaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Novo CAGED, abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o valor que consta no registro de quem foi contratado.

Qual a média salarial em Vilhena?

A média salarial de quem é contratado em Vilhena é de R$ 2.021 por mês. Mas o valor do meio é R$ 1.773: metade das pessoas foi contratada ganhando menos que isso. A média fica acima porque alguns salários altos puxam a conta para cima — para saber quanto se ganha de verdade num cargo, o valor do meio descreve melhor.

Estudar mais aumenta o salário em Vilhena?

Em Vilhena, a maior parte das contratações é de quem tem médio completo, com salário em torno de R$ 1.766. O nível que paga mais é pós-graduação, com cerca de R$ 3.305 — uma diferença de 87%. Vale olhar a tabela completa: em muitas cidades o salário de entrada é parecido entre os níveis mais baixos, e a diferença aparece só no ensino superior.

Que setor paga melhor em Vilhena?

Em Vilhena, o setor que mais contrata é comércio e oficinas (34% das contratações), com salário em torno de R$ 1.712. Já o setor que paga melhor é transporte e entregas, com cerca de R$ 2.227 — ou seja, o setor com mais vagas não é o que paga mais.

Que profissões estão crescendo em Vilhena?

Contando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão em Vilhena entre julho de 2025 a junho de 2026, quem mais cresceu foi Vendedor de comércio varejista: 1668 contratações contra 1368 saídas — cresceu em 11 de 12 meses. Também cresceram: Alimentador de linha de produção, Faxineiro. Crescer aqui quer dizer contratar mais gente do que perder, o que é diferente de ter muitas vagas: profissão com muita vaga toda hora pode estar só trocando de gente.

Por que abrem vagas em Vilhena?

Entre as pessoas que saíram de um emprego em Vilhena entre julho de 2025 a junho de 2026, o motivo mais comum foi: a pessoa pediu para sair (48% dos casos), seguido de a empresa demitiu (sem justa causa) (37%). Boa parte das vagas que abrem não vem de demissão, e sim de alguém que pediu para sair — o que significa que a vaga existe porque a posição ficou livre.

Quantas pessoas são contratadas em Vilhena?

Em Vilhena entre julho de 2025 a junho de 2026, foram 17.039 contratações e 16.392 saídas de emprego com carteira assinada, uma diferença de +647. Essa diferença vale para esse período específico: um único mês mais forte ou mais fraco muda o resultado, então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo no geral.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.