O Banco Central anunciou novas alterações nas regras do PIX, impactando diretamente a segurança e o funcionamento das transferências instantâneas. As atualizações prometem tornar o sistema mais seguro, fortalecer a integração entre instituições financeiras e combater fraudes com mais eficiência.
Uma das principais novidades é o aprimoramento do mecanismo de devolução automática de recursos, recurso que já vinha ajudando usuários lesados por golpes, mas que agora ganha recursos para agilizar a recuperação dos valores. As novas Regras do PIX obrigam todas as instituições a adotar a versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução (MED) e intensificam a cooperação entre bancos, órgãos de segurança e usuários.
Continua apos o anúncioEspecialistas estimam que as mudanças possam reduzir em até 40% os golpes considerados bem-sucedidos, aumentando assim a confiança dos brasileiros no ecossistema do PIX.
Com as novidades, o Banco Central aposta em uma série de medidas para ampliar a proteção dos correntistas e dificultar a vida dos golpistas. Confira os principais pontos alterados:
Continua apos o anúncioO Mecanismo Especial de Devolução foi estruturado para aumentar a recuperação de recursos em casos de fraude, suspeita de golpe ou erro operacional de instituições financeiras. Agora, com a atualização, reforça-se que o MED não pode ser acionado quando o erro é exclusivamente do usuário ao digitar dados de destino incorretos. A função só deve ser usada para situações em que há fraude ou operação irregular comprovada.
Continua apos o anúncioDesde outubro, um botão de contestação está disponível nos aplicativos de todas as instituições financeiras participantes, seguindo determinação do Banco Central. Assim, o usuário pode, por autoatendimento, iniciar a solicitação e acompanhar o trâmite de devolução.
Ao notar uma movimentação indevida, o correntista precisa agir rapidamente, pois o sucesso da devolução está relacionado à velocidade da contestação. Veja o passo a passo:
Continua apos o anúncioLembrando que o tempo é fundamental: quanto mais cedo o banco é informado, maiores as chances de recuperar os recursos transferidos por engano ou fraude.

Com as novas regras, a cooperação entre agentes do sistema financeiro foi fortalecida. O compartilhamento de informações e a integração com órgãos de segurança pública ajudam a interromper esquemas de fraude recorrente e permitem que suspeitas sejam tratadas de maneira padronizada em todas as instituições.
Outro destaque é a ampliação do autoatendimento, que coloca o controle da contestação na mão do usuário, reduz o tempo de resposta e simplifica o contato em situações de emergência. Assim, os consumidores ficam menos dependentes do atendimento telefônico ou presencial, tornando todo o processo mais acessível e eficiente.
Com a adoção das novas normas em 2026, a expectativa é que o sucesso das fraudes envolvendo Pix diminua consideravelmente. Especialistas consultados pelo Banco Central preveem até 40% de redução dos golpes classificados como bem-sucedidos, o que representa mais segurança para pessoas físicas e jurídicas. Além disso, a rastreabilidade do dinheiro entre múltiplas contas fecha o cerco a fraudadores e organizações criminosas que se aproveitavam da agilidade das transações para lavar dinheiro ou ocultar recursos.
O Banco Central destaca ainda que o MED é um dos alicerces da segurança no Pix desde 2021, e que as atualizações foram desenhadas para desestimular o uso de contas como ferramentas para crimes financeiros — protegendo tanto vítimas quanto a integridade do sistema de pagamentos instantâneos.
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Fonte: www.assistencialismo.com.br
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