Redator de publicidade

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 40 atribuições para redator de publicidade, em 5 áreas de atuação.

CBO 253110
Salário típico
R$ 2.200
horário normal (44h por semana)
Cidades com dado
22
617 contratações
Está contratando?
+662
cresceu em 47 das 60 cidades
Atribuições
40
em 5 áreas de atuação

Quanto paga

Horário normal (44h por semana)

617 contratações em 22 cidades

R$ 2.200

de R$ 1.726 a R$ 3.200

Meio período

227 contratações em 5 cidades

R$ 3.256

de R$ 2.500 a R$ 6.000

Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.

O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.

O que faz um redator de publicidade

As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.

Estruturar estratégia de projeto publicitário

1
  • Interpretar expectativas do cliente

Elaborar planejamento estratégico

3
  • Definir conceito de produto e serviço
  • Aferir resultados em relação aos objetivos estabelecidos
  • Definir conceito de campanhas

Desenvolver propaganda e promoções

5
  • Desenvolver campanhas promocionais
  • Criar peças publicitárias
  • Criar ações de merchandising
  • Rever processo criativo

Contratar fornecedores

5
  • Contratar serviços de publicidade
  • Contatar fornecedores, cliente, jornalista e mídia
  • Informar fornecedores sobre novos produtos
  • Selecionar fornecedores

Vender serviços publicitários

3
  • Apresentar projeto para cliente
  • Ajustar o projeto a pedido do cliente
  • Submeter projeto a aprovação do cliente

Competências que a função pede

Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.

  • Trabalhar em equipe
  • Demonstrar dinamismo
  • Demonstrar pró-atividade
  • Demonstrar criatividade
  • Demonstrar habilidade de comunicação
  • Demonstrar habilidade de comunicação verbal
  • Ponderar opiniões divergentes
  • Demonstrar senso crítico
  • Adaptar-se a situações adversas
  • Administrar conflitos
  • Antever cenários futuros
  • Demonstrar capacidade de trabalho interdisciplinar
  • Demonstrar capacidade de negociação
  • Demonstrar flexibilidade
  • Demonstrar poder de síntese
  • Demonstrar senso de oportunidade
  • Demonstrar liderança
  • Demonstrar senso estético

Esta profissão está contratando?

Foram 4.536 contratações e 3.874 saídas — um saldo de +662 pessoas. A profissão cresceu em 47 das 60 cidades com dado.

78% das cidades

Saldo não é o mesmo que vaga aberta. Uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — aí o que o número mostra é rotatividade, não crescimento. E só entra na conta o emprego com carteira assinada. Dados de abril a junho de 2026.

Perguntas frequentes

O que faz um redator de publicidade?

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um redator de publicidade tem 40 atribuições descritas, distribuídas em 5 áreas de atuação. Em estruturar estratégia de projeto publicitário, por exemplo: interpretar expectativas do cliente.

Quanto ganha um redator de publicidade?

A mediana do salário de contratação de redator de publicidade é R$ 2.200 na cidade do meio, considerando 617 contratações em 22 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.

A profissão de redator de publicidade está contratando?

Sim: houve 662 contratações a mais do que saídas, e a profissão cresceu em 47 das 60 cidades com dado.

De onde vem a descrição da profissão

As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 253110.

A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.