Salários em Carapicuíba - SP
A média salarial em Carapicuíba é de R$ 2.299, mas o valor do meio é R$ 2.062 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.062
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.299
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.132 · R$ 1.998
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 32,5 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 43h
- por semana
- Contratações
- 22.911
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Analista de logisticaR$ 5.000
- Armador de estrutura de concretoR$ 2.667
- Atendente comercialR$ 2.050Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Auxiliar de contabilidadeR$ 2.110
- Camareiro de hotelR$ 2.050
- CopeiroR$ 2.130
- FarmacêuticoR$ 4.722
- Gerente comercialR$ 3.265
- Lavador de veículosR$ 2.031
- Operador de máquinas fixasR$ 2.625
- PadeiroR$ 3.000
- Recepcionista de consultório médico ou dentárioR$ 1.804
- Selecionador de material reciclávelR$ 2.066
- Supervisor de vendas comercialR$ 2.682
- SushimanR$ 1.804
- Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicasR$ 2.068
- Técnico em segurança do trabalhoR$ 5.000
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Alimentador de linha de produção+263
1007 contratados, 744 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Ajudante de motorista+205
824 contratados, 619 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Faxineiro+175
969 contratados, 794 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Servente de obras+111
1199 contratados, 1088 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Atendente de lojas e mercados+109
1383 contratados, 1274 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Repositor de mercadorias+106
1193 contratados, 1087 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Auxiliar de logistica-410
430 contratados, 840 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Técnico de enfermagem-188
311 contratados, 499 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Assistente administrativo-117
519 contratados, 636 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Coletor de lixo domiciliar-106
30 contratados, 136 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Enfermeiro-96
136 contratados, 232 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Supervisor administrativo-64
39 contratados, 103 saíram · não cresceu em nenhum mês
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
22.911
Saídas
23.387
Diferença
−476
mais saídas que entradas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,3%R$ 2.052
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 0,9%R$ 2.132
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Até o 5º ano 0,6%R$ 2.064
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Do 6º ao 9º ano 2,2%R$ 2.068
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Fundamental completo 7,3%R$ 2.130
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Médio incompleto 8,9%R$ 1.961
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Médio completo 69%R$ 2.040
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Superior incompleto 3,1%R$ 2.150
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Superior completo 6,4%R$ 3.000
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Pós-graduação 0,8%R$ 4.480
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Comércio e oficinas 31%R$ 2.031
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Transporte e entregas 15%R$ 2.008
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Construção 14%R$ 2.439
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Serviços para empresas 10%R$ 1.963
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Indústria 8,2%R$ 2.186
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Hotéis, bares e restaurantes 6,7%R$ 1.856
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Saúde e assistência social 5,7%R$ 2.129
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Educação 2,9%R$ 2.069
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Outros serviços 2,1%R$ 1.939
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Cultura, esporte e lazer 1,4%R$ 1.725
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Escritórios técnicos e consultorias 1,0%R$ 2.200
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Tecnologia e comunicação 0,8%R$ 1.990
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Água e saneamento 0,3%R$ 2.816
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Bancos e seguros 0,2%R$ 1.900
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 3,0%R$ 1.686
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18-24 anos 28%R$ 1.984
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25-29 anos 16%R$ 2.060
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30-39 anos 26%R$ 2.096
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40-49 anos 18%R$ 2.186
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50-59 anos 7,9%R$ 2.096
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60 anos ou mais 1,8%R$ 2.068
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 58%R$ 2.132
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Mulheres 42%R$ 1.998
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 43%10048
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A pessoa pediu para sair 38%8984
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Acabou o contrato temporário 11%2687
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A empresa demitiu por justa causa 5,9%1372
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Acordo entre as duas partes 0,9%199
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Falecimento 0,3%64
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.