Salários em Erechim - RS
A média salarial em Erechim é de R$ 2.331, mas o valor do meio é R$ 2.030 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.030
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.331
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.173 · R$ 1.950
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 32,2 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 41,1h
- por semana
- Contratações
- 24.481
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Analista de recursos humanosR$ 3.782
- Auxiliar de faturamentoR$ 2.526
- Comerciante varejistaR$ 2.267
- CompradorR$ 3.750
- Eletricista de instalaçõesR$ 2.717
- Eletricista de manutenção eletroeletrônicaR$ 3.734
- GarçomR$ 1.890
- Montador de equipamentos elétricosR$ 4.000
- Motorista de ônibus rodoviárioR$ 3.433
- Pintor de obrasR$ 2.717
- Porteiro de edifíciosR$ 2.126Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- SalsicheiroR$ 2.488Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- SerralheiroR$ 2.002
- Supervisor de vendas comercialR$ 3.500
- VigiaR$ 1.882
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
-
Alimentador de linha de produção+778
2957 contratados, 2179 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
-
Servente de obras+201
882 contratados, 681 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
-
Magarefe+190
1195 contratados, 1005 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
-
Faxineiro+162
1651 contratados, 1489 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
-
Carpinteiro de obras+124
363 contratados, 239 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
-
Armador de estrutura de concreto armado+76
225 contratados, 149 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
-
Montador de veículos-134
32 contratados, 166 saíram · não cresceu em nenhum mês
-
Soldador-70
381 contratados, 451 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
-
Operador de máquinas-ferramenta convencionais-61
105 contratados, 166 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
-
Pedreiro-42
309 contratados, 351 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
-
Vendedor de comércio varejista-35
913 contratados, 948 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
-
Supervisor administrativo-32
50 contratados, 82 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
24.481
Saídas
23.266
Diferença
+1.215
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
-
Sem escolaridade 4,2%R$ 2.030
-
Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,5%R$ 2.030
-
Até o 5º ano 1,1%R$ 2.062
-
Do 6º ao 9º ano 6,9%R$ 1.945
-
Fundamental completo 10%R$ 2.030
-
Médio incompleto 14%R$ 1.897
-
Médio completo 46%R$ 2.070
-
Superior incompleto 6,0%R$ 2.127
-
Superior completo 8,4%R$ 2.658
-
Pós-graduação 1,2%R$ 3.800
-
Mestrado 0,2%R$ 3.000
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
-
Indústria 34%R$ 2.157
-
Comércio e oficinas 23%R$ 1.882
-
Construção 9,5%R$ 2.717
-
Serviços para empresas 9,0%R$ 1.750
-
Transporte e entregas 5,3%R$ 2.062
-
Escritórios técnicos e consultorias 4,1%R$ 2.600
-
Saúde e assistência social 4,0%R$ 2.263
-
Hotéis, bares e restaurantes 3,8%R$ 1.802
-
Educação 2,7%R$ 1.697
-
Bancos e seguros 1,3%R$ 2.678
-
Outros serviços 1,0%R$ 2.040
-
Tecnologia e comunicação 0,7%R$ 2.099
-
Cultura, esporte e lazer 0,6%R$ 2.000
-
Energia e gás 0,3%R$ 1.930
-
Imobiliárias 0,2%R$ 2.500
-
Agricultura e pecuária 0,2%R$ 2.000
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
-
14-17 anos 5,6%R$ 901
-
18-24 anos 27%R$ 2.024
-
25-29 anos 16%R$ 2.099
-
30-39 anos 25%R$ 2.157
-
40-49 anos 17%R$ 2.173
-
50-59 anos 7,4%R$ 2.100
-
60 anos ou mais 2,1%R$ 2.000
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
-
Homens 56%R$ 2.173
-
Mulheres 44%R$ 1.950
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
-
A pessoa pediu para sair 49%11345
-
A empresa demitiu (sem justa causa) 32%7411
-
Acabou o contrato temporário 16%3618
-
A empresa demitiu por justa causa 2,5%572
-
Acordo entre as duas partes 1,0%223
-
Falecimento 0,3%64
-
Motivo não informado 0,1%32
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.