Salários em Não-Me-Toque - RS

A média salarial em Não-Me-Toque é de R$ 2.184, mas o valor do meio é R$ 1.958 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 1.958
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.184
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 2.108 · R$ 1.872
salário do meio de cada um
Idade média
30,5 anos
de quem foi contratado
Jornada média
40h
por semana
Contratações
2.984
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Tabela de salários

Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões

O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Ver a lista completa de profissões em alta

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

2.984

Saídas

3.855

Diferença

−871

mais saídas que entradas

Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,2%
    R$ 1.926
  • Até o 5º ano 1,2%
    R$ 2.000
  • Do 6º ao 9º ano 7,9%
    R$ 1.926
  • Fundamental completo 8,4%
    R$ 1.926
  • Médio incompleto 19%
    R$ 1.872
  • Médio completo 43%
    R$ 1.992
  • Superior incompleto 7,6%
    R$ 2.300
  • Superior completo 9,0%
    R$ 2.700
  • Pós-graduação 1,7%
    R$ 4.911

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Comércio e oficinas 30%
    R$ 1.900
  • Indústria 28%
    R$ 2.246
  • Serviços para empresas 9,8%
    R$ 1.751
  • Construção 6,3%
    R$ 2.000
  • Saúde e assistência social 5,1%
    R$ 1.855
  • Administração pública 4,6%
    136
  • Hotéis, bares e restaurantes 4,4%
    R$ 1.835
  • Educação 3,7%
    R$ 1.872
  • Agricultura e pecuária 2,9%
    R$ 2.167
  • Transporte e entregas 1,6%
    R$ 2.600
  • Escritórios técnicos e consultorias 1,3%
    R$ 2.000
  • Tecnologia e comunicação 1,0%
    R$ 1.621

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 11%
    R$ 847
  • 18-24 anos 27%
    R$ 2.000
  • 25-29 anos 17%
    R$ 2.049
  • 30-39 anos 22%
    R$ 2.105
  • 40-49 anos 16%
    R$ 2.064
  • 50-59 anos 6,1%
    R$ 1.926
  • 60 anos ou mais 1,4%
    R$ 1.835

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 51%
    R$ 2.108
  • Mulheres 49%
    R$ 1.872

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A empresa demitiu (sem justa causa) 49%
    1884
  • A pessoa pediu para sair 33%
    1263
  • Acabou o contrato temporário 15%
    572
  • Acordo entre as duas partes 2,3%
    88
  • A empresa demitiu por justa causa 0,8%
    31

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

Perguntas frequentes

Qual profissão mais contrata em Não-Me-Toque?

Em Não-Me-Toque, a profissão com mais contratações entre abril a junho de 2026 foi Operador de caixa, com 36 pessoas contratadas. O salário de contratação ficou em torno de R$ 1.962 por mês.

Qual profissão paga mais em Não-Me-Toque?

Entre as profissões com mais contratações em Não-Me-Toque, Assistente administrativo teve o maior salário de contratação: cerca de R$ 2.888 por mês.

De onde vêm os dados de salário de Não-Me-Toque?

São os salários que as empresas registraram ao contratar e informaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Novo CAGED, abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o valor que consta no registro de quem foi contratado.

Qual a média salarial em Não-Me-Toque?

A média salarial de quem é contratado em Não-Me-Toque é de R$ 2.184 por mês. Mas o valor do meio é R$ 1.958: metade das pessoas foi contratada ganhando menos que isso. A média fica acima porque alguns salários altos puxam a conta para cima — para saber quanto se ganha de verdade num cargo, o valor do meio descreve melhor.

Estudar mais aumenta o salário em Não-Me-Toque?

Em Não-Me-Toque, a maior parte das contratações é de quem tem médio completo, com salário em torno de R$ 1.992. O nível que paga mais é pós-graduação, com cerca de R$ 4.911 — uma diferença de 147%. Vale olhar a tabela completa: em muitas cidades o salário de entrada é parecido entre os níveis mais baixos, e a diferença aparece só no ensino superior.

Que setor paga melhor em Não-Me-Toque?

Em Não-Me-Toque, o setor que mais contrata é comércio e oficinas (30% das contratações), com salário em torno de R$ 1.900. Já o setor que paga melhor é transporte e entregas, com cerca de R$ 2.600 — ou seja, o setor com mais vagas não é o que paga mais.

Que profissões estão crescendo em Não-Me-Toque?

Contando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão em Não-Me-Toque entre julho de 2025 a junho de 2026, quem mais cresceu foi Auxiliar de logistica: 45 contratações contra 29 saídas — cresceu em 5 de 12 meses. Também cresceram: Armazenista, Faxineiro. Crescer aqui quer dizer contratar mais gente do que perder, o que é diferente de ter muitas vagas: profissão com muita vaga toda hora pode estar só trocando de gente.

Por que abrem vagas em Não-Me-Toque?

Entre as pessoas que saíram de um emprego em Não-Me-Toque entre julho de 2025 a junho de 2026, o motivo mais comum foi: a empresa demitiu (sem justa causa) (49% dos casos), seguido de a pessoa pediu para sair (33%). Boa parte das vagas que abrem não vem de demissão, e sim de alguém que pediu para sair — o que significa que a vaga existe porque a posição ficou livre.

Quantas pessoas são contratadas em Não-Me-Toque?

Em Não-Me-Toque entre julho de 2025 a junho de 2026, foram 2.984 contratações e 3.855 saídas de emprego com carteira assinada, uma diferença de −871. Essa diferença vale para esse período específico: um único mês mais forte ou mais fraco muda o resultado, então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo no geral.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.