Salários em Apucarana - PR
A média salarial em Apucarana é de R$ 2.154, mas o valor do meio é R$ 2.028 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.028
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.154
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.069 · R$ 1.980
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 32,3 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,3h
- por semana
- Contratações
- 18.729
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- ArmazenistaR$ 2.050
- Atendente de farmácia - balconistaR$ 2.028
- Conferente de carga e descargaR$ 2.322
- Trabalhador agropecuário em geralR$ 2.155
- Trabalhador polivalente da confecção de calçadosR$ 1.711Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Técnico de planejamento de produçãoR$ 2.500
- Vendedor pracistaR$ 2.230
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Alimentador de linha de produção+238
1657 contratados, 1419 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Ajudante de confecção+80
596 contratados, 516 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Ajudante de motorista+74
285 contratados, 211 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Servente de obras+64
386 contratados, 322 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Almoxarife+41
245 contratados, 204 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Recepcionista+36
271 contratados, 235 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Costureiro, a máquina na confecção em série-110
284 contratados, 394 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Costureiro na confecção em série-78
609 contratados, 687 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Armador de estrutura de concreto armado-40
215 contratados, 255 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Bordador, à máquina-35
334 contratados, 369 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Mestre-32
39 contratados, 71 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
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Operador de empilhadeira-28
24 contratados, 52 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
18.729
Saídas
19.060
Diferença
−331
mais saídas que entradas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,2%R$ 2.002
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,8%R$ 1.959
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Até o 5º ano 1,2%R$ 2.000
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Do 6º ao 9º ano 4,8%R$ 2.006
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Fundamental completo 6,1%R$ 2.023
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Médio incompleto 11%R$ 1.980
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Médio completo 60%R$ 2.026
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Superior incompleto 5,9%R$ 2.023
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Superior completo 7,2%R$ 2.200
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Pós-graduação 0,9%R$ 2.889
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Indústria 37%R$ 2.100
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Comércio e oficinas 26%R$ 2.048
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Serviços para empresas 7,5%R$ 2.008
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Construção 6,7%R$ 2.481
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Saúde e assistência social 4,9%R$ 1.621
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Hotéis, bares e restaurantes 3,7%R$ 1.980
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Educação 3,6%R$ 1.621
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Transporte e entregas 3,6%R$ 2.216
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Escritórios técnicos e consultorias 2,7%R$ 2.000
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Outros serviços 1,2%R$ 2.200
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Tecnologia e comunicação 1,1%R$ 2.025
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Agricultura e pecuária 0,7%R$ 2.100
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Bancos e seguros 0,6%R$ 2.335
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Cultura, esporte e lazer 0,4%R$ 1.804
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Imobiliárias 0,4%R$ 2.000
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 4,0%R$ 1.746
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18-24 anos 29%R$ 1.979
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25-29 anos 16%R$ 2.048
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30-39 anos 24%R$ 2.069
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40-49 anos 16%R$ 2.100
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50-59 anos 8,6%R$ 2.069
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60 anos ou mais 2,3%R$ 2.032
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 56%R$ 2.069
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Mulheres 44%R$ 1.980
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 44%8392
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A pessoa pediu para sair 42%7917
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Acabou o contrato temporário 12%2311
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A empresa demitiu por justa causa 1,3%249
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Acordo entre as duas partes 0,6%121
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Falecimento 0,3%52
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.