Salários em Dores do Indaiá - MG
A média salarial em Dores do Indaiá é de R$ 1.858, mas o valor do meio é R$ 1.629 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.629
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 1.858
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.721 · R$ 1.621
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 32,5 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 40,9h
- por semana
- Contratações
- 1.089
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Alimentador de linha de produçãoR$ 2.000
- Auxiliar de escritórioR$ 2.000
- Operador de produçãoR$ 1.766Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Vendedor de comércio varejistaR$ 1.736
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Auxiliar nos serviços de alimentação+81
192 contratados, 111 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Assistente administrativo+27
43 contratados, 16 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Alimentador de linha de produção+15
29 contratados, 14 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Vendedor de comércio varejista+13
65 contratados, 52 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Auxiliar de escritório+10
56 contratados, 46 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Nutricionista+9
31 contratados, 22 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Operador de caixa-6
24 contratados, 30 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Trabalhador da pecuária-6
29 contratados, 35 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Faxineiro-4
33 contratados, 37 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
1.089
Saídas
955
Diferença
+134
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Até o 5º ano 3,0%R$ 1.628
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Do 6º ao 9º ano 4,5%R$ 1.621
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Fundamental completo 3,1%R$ 1.629
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Médio incompleto 7,6%R$ 1.621
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Médio completo 74%R$ 1.629
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Superior completo 4,9%R$ 1.990
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Hotéis, bares e restaurantes 25%R$ 1.580
-
Comércio e oficinas 20%R$ 1.621
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Serviços para empresas 16%R$ 1.825
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Indústria 14%R$ 1.757
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Agricultura e pecuária 7,4%R$ 1.621
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Construção 4,2%R$ 1.641
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Escritórios técnicos e consultorias 3,9%R$ 1.739
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 5,1%R$ 1.518
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18-24 anos 28%R$ 1.629
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25-29 anos 17%R$ 1.633
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30-39 anos 22%R$ 1.629
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40-49 anos 15%R$ 1.685
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50-59 anos 11%R$ 1.621
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 54%R$ 1.721
-
Mulheres 46%R$ 1.621
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
-
A empresa demitiu (sem justa causa) 56%538
-
A pessoa pediu para sair 35%339
-
Acabou o contrato temporário 7,0%67
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
Perguntas frequentes
Qual profissão mais contrata em Dores do Indaiá?
Em Dores do Indaiá, a profissão com mais contratações entre abril a junho de 2026 foi Auxiliar de escritório, com 22 pessoas contratadas. O salário de contratação ficou em torno de R$ 2.000 por mês.
Qual profissão paga mais em Dores do Indaiá?
Entre as profissões com mais contratações em Dores do Indaiá, Alimentador de linha de produção teve o maior salário de contratação: cerca de R$ 2.000 por mês.
De onde vêm os dados de salário de Dores do Indaiá?
São os salários que as empresas registraram ao contratar e informaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Novo CAGED, abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o valor que consta no registro de quem foi contratado.
Qual a média salarial em Dores do Indaiá?
A média salarial de quem é contratado em Dores do Indaiá é de R$ 1.858 por mês. Mas o valor do meio é R$ 1.629: metade das pessoas foi contratada ganhando menos que isso. A média fica acima porque alguns salários altos puxam a conta para cima — para saber quanto se ganha de verdade num cargo, o valor do meio descreve melhor.
Estudar mais aumenta o salário em Dores do Indaiá?
Em Dores do Indaiá, a maior parte das contratações é de quem tem médio completo, com salário em torno de R$ 1.629. O nível que paga mais é superior completo, com cerca de R$ 1.990 — uma diferença de 22%. Vale olhar a tabela completa: em muitas cidades o salário de entrada é parecido entre os níveis mais baixos, e a diferença aparece só no ensino superior.
Que setor paga melhor em Dores do Indaiá?
Em Dores do Indaiá, o setor que mais contrata é hotéis, bares e restaurantes (25% das contratações), com salário em torno de R$ 1.580. Já o setor que paga melhor é serviços para empresas, com cerca de R$ 1.825 — ou seja, o setor com mais vagas não é o que paga mais.
Que profissões estão crescendo em Dores do Indaiá?
Contando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão em Dores do Indaiá entre julho de 2025 a junho de 2026, quem mais cresceu foi Auxiliar nos serviços de alimentação: 192 contratações contra 111 saídas — cresceu em 5 de 12 meses. Também cresceram: Assistente administrativo, Alimentador de linha de produção. Crescer aqui quer dizer contratar mais gente do que perder, o que é diferente de ter muitas vagas: profissão com muita vaga toda hora pode estar só trocando de gente.
Por que abrem vagas em Dores do Indaiá?
Entre as pessoas que saíram de um emprego em Dores do Indaiá entre julho de 2025 a junho de 2026, o motivo mais comum foi: a empresa demitiu (sem justa causa) (56% dos casos), seguido de a pessoa pediu para sair (35%). Boa parte das vagas que abrem não vem de demissão, e sim de alguém que pediu para sair — o que significa que a vaga existe porque a posição ficou livre.
Quantas pessoas são contratadas em Dores do Indaiá?
Em Dores do Indaiá entre julho de 2025 a junho de 2026, foram 1.089 contratações e 955 saídas de emprego com carteira assinada, uma diferença de +134. Essa diferença vale para esse período específico: um único mês mais forte ou mais fraco muda o resultado, então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo no geral.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.