Salários em Itajaí - SC

A média salarial em Itajaí é de R$ 2.449, mas o valor do meio é R$ 2.177 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 2.177
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.449
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 2.255 · R$ 2.024
salário do meio de cada um
Idade média
32,4 anos
de quem foi contratado
Jornada média
42,5h
por semana
Contratações
98.745
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Tabela de salários

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O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Ver a lista completa de profissões em alta

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

98.745

Saídas

94.095

Diferença

+4.650

mais entradas que saídas

Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Sem escolaridade 0,5%
    R$ 1.939
  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,7%
    R$ 2.151
  • Até o 5º ano 0,7%
    R$ 2.100
  • Do 6º ao 9º ano 2,8%
    R$ 2.024
  • Fundamental completo 8,7%
    R$ 2.077
  • Médio incompleto 7,3%
    R$ 2.000
  • Médio completo 64%
    R$ 2.147
  • Superior incompleto 5,6%
    R$ 2.400
  • Superior completo 7,6%
    R$ 3.282
  • Pós-graduação 1,0%
    R$ 4.700
  • Mestrado 0,1%
    R$ 4.845
  • Doutorado 0,1%
    R$ 4.100

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Comércio e oficinas 22%
    R$ 2.220
  • Serviços para empresas 19%
    R$ 1.973
  • Transporte e entregas 16%
    R$ 2.406
  • Indústria 14%
    R$ 2.111
  • Construção 6,5%
    R$ 2.546
  • Escritórios técnicos e consultorias 5,2%
    R$ 2.200
  • Hotéis, bares e restaurantes 5,1%
    R$ 2.106
  • Educação 3,4%
    R$ 2.043
  • Saúde e assistência social 3,3%
    R$ 2.428
  • Agricultura e pecuária 1,7%
    R$ 2.300
  • Outros serviços 1,1%
    R$ 2.159
  • Bancos e seguros 0,8%
    R$ 2.897
  • Cultura, esporte e lazer 0,6%
    R$ 2.100
  • Água e saneamento 0,6%
    R$ 2.089
  • Tecnologia e comunicação 0,5%
    R$ 2.235
  • Administração pública 0,4%
    R$ 4.059
  • Imobiliárias 0,3%
    R$ 2.100
  • Energia e gás 0,0%
    R$ 1.648

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 3,2%
    R$ 1.524
  • 18-24 anos 26%
    R$ 2.085
  • 25-29 anos 18%
    R$ 2.229
  • 30-39 anos 27%
    R$ 2.235
  • 40-49 anos 17%
    R$ 2.250
  • 50-59 anos 7,2%
    R$ 2.235
  • 60 anos ou mais 1,7%
    R$ 2.229

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 55%
    R$ 2.255
  • Mulheres 45%
    R$ 2.024

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A pessoa pediu para sair 47%
    43808
  • A empresa demitiu (sem justa causa) 33%
    31389
  • Acabou o contrato temporário 17%
    15689
  • A empresa demitiu por justa causa 2,2%
    2043
  • Acordo entre as duas partes 1,0%
    923
  • Falecimento 0,2%
    174
  • Motivo não informado 0,1%
    60

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.