Salários em Quirinópolis - GO
A média salarial em Quirinópolis é de R$ 2.041, mas o valor do meio é R$ 1.652 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.652
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.041
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.800 · R$ 1.621
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 31,3 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,5h
- por semana
- Contratações
- 6.175
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Alimentador de linha de produçãoR$ 1.800
- Assistente administrativoR$ 2.220
- Atendente de lojas e mercadosR$ 1.621
- Auxiliar de escritórioR$ 1.700
- Auxiliar nos serviços de alimentaçãoR$ 1.774
- AçougueiroR$ 1.925
- Cozinheiro geralR$ 1.828
- FaxineiroR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- FrentistaR$ 1.731
- Motorista de caminhãoR$ 2.750
- Motorista de ônibus rodoviárioR$ 2.442Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Operador de caixaR$ 1.621
- Operador de máquinas de beneficiamento de produtos agrícolasR$ 2.261
- Operador de máquinas fixasR$ 4.200Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- RecepcionistaR$ 1.621
- Repositor de mercadoriasR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Trabalhador agropecuário em geralR$ 2.326
- Trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticíniosR$ 2.009Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Tratorista agrícolaR$ 2.160
- Vendedor de comércio varejistaR$ 1.621
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Atendente de lojas e mercados+49
338 contratados, 289 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Repositor de mercadorias+39
200 contratados, 161 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Alimentador de linha de produção+35
202 contratados, 167 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Motorista de ônibus rodoviário+34
135 contratados, 101 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Embalador, a mão+26
72 contratados, 46 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Auxiliar nos serviços de alimentação+17
106 contratados, 89 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Motorista de caminhão-140
563 contratados, 703 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Tratorista agrícola-39
350 contratados, 389 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Mecânico de manutenção de máquinas-30
122 contratados, 152 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Pedreiro-19
37 contratados, 56 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Servente de obras-18
48 contratados, 66 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Vendedor de comércio varejista-16
349 contratados, 365 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
6.175
Saídas
6.488
Diferença
−313
mais saídas que entradas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
-
Fundamental incompleto (até o 5º ano) 3,1%R$ 1.662
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Até o 5º ano 2,6%R$ 2.000
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Do 6º ao 9º ano 6,8%R$ 1.762
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Fundamental completo 4,9%R$ 1.662
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Médio incompleto 16%R$ 1.621
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Médio completo 55%R$ 1.645
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Superior incompleto 5,0%R$ 1.742
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Superior completo 5,0%R$ 2.277
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Pós-graduação 0,8%R$ 3.242
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Indústria 31%R$ 1.742
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Comércio e oficinas 27%R$ 1.621
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Agricultura e pecuária 15%R$ 1.930
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Serviços para empresas 4,7%R$ 1.800
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Transporte e entregas 4,6%R$ 2.442
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Hotéis, bares e restaurantes 4,4%R$ 1.621
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Construção 2,6%R$ 2.342
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Educação 2,3%R$ 1.621
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Outros serviços 2,3%R$ 1.800
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Escritórios técnicos e consultorias 2,0%R$ 1.750
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Saúde e assistência social 1,8%R$ 1.621
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Cultura, esporte e lazer 0,7%R$ 1.621
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 5,2%R$ 1.575
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18-24 anos 30%R$ 1.621
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25-29 anos 15%R$ 1.700
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30-39 anos 25%R$ 1.774
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40-49 anos 17%R$ 1.813
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50-59 anos 6,2%R$ 1.910
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60 anos ou mais 1,3%R$ 1.930
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 61%R$ 1.800
-
Mulheres 39%R$ 1.621
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 45%2916
-
A pessoa pediu para sair 37%2430
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Acabou o contrato temporário 14%927
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A empresa demitiu por justa causa 2,1%139
-
Acordo entre as duas partes 0,7%46
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
Perguntas frequentes
Qual profissão mais contrata em Quirinópolis?
Em Quirinópolis, a profissão com mais contratações entre abril a junho de 2026 foi Atendente de lojas e mercados, com 70 pessoas contratadas. O salário de contratação ficou em torno de R$ 1.621 por mês.
Qual profissão paga mais em Quirinópolis?
Entre as profissões com mais contratações em Quirinópolis, Operador de máquinas fixas teve o maior salário de contratação: cerca de R$ 4.200 por mês.
De onde vêm os dados de salário de Quirinópolis?
São os salários que as empresas registraram ao contratar e informaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Novo CAGED, abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o valor que consta no registro de quem foi contratado.
Qual a média salarial em Quirinópolis?
A média salarial de quem é contratado em Quirinópolis é de R$ 2.041 por mês. Mas o valor do meio é R$ 1.652: metade das pessoas foi contratada ganhando menos que isso. A média fica acima porque alguns salários altos puxam a conta para cima — para saber quanto se ganha de verdade num cargo, o valor do meio descreve melhor.
Estudar mais aumenta o salário em Quirinópolis?
Em Quirinópolis, a maior parte das contratações é de quem tem médio completo, com salário em torno de R$ 1.645. O nível que paga mais é pós-graduação, com cerca de R$ 3.242 — uma diferença de 97%. Vale olhar a tabela completa: em muitas cidades o salário de entrada é parecido entre os níveis mais baixos, e a diferença aparece só no ensino superior.
Que setor paga melhor em Quirinópolis?
Em Quirinópolis, o setor que mais contrata é indústria (31% das contratações), com salário em torno de R$ 1.742. Já o setor que paga melhor é transporte e entregas, com cerca de R$ 2.442 — ou seja, o setor com mais vagas não é o que paga mais.
Que profissões estão crescendo em Quirinópolis?
Contando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão em Quirinópolis entre julho de 2025 a junho de 2026, quem mais cresceu foi Atendente de lojas e mercados: 338 contratações contra 289 saídas — cresceu em 8 de 12 meses. Também cresceram: Repositor de mercadorias, Alimentador de linha de produção. Crescer aqui quer dizer contratar mais gente do que perder, o que é diferente de ter muitas vagas: profissão com muita vaga toda hora pode estar só trocando de gente.
Por que abrem vagas em Quirinópolis?
Entre as pessoas que saíram de um emprego em Quirinópolis entre julho de 2025 a junho de 2026, o motivo mais comum foi: a empresa demitiu (sem justa causa) (45% dos casos), seguido de a pessoa pediu para sair (37%). Boa parte das vagas que abrem não vem de demissão, e sim de alguém que pediu para sair — o que significa que a vaga existe porque a posição ficou livre.
Quantas pessoas são contratadas em Quirinópolis?
Em Quirinópolis entre julho de 2025 a junho de 2026, foram 6.175 contratações e 6.488 saídas de emprego com carteira assinada, uma diferença de −313. Essa diferença vale para esse período específico: um único mês mais forte ou mais fraco muda o resultado, então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo no geral.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.