Salários em Rio das Ostras - RJ
A média salarial em Rio das Ostras é de R$ 2.275, mas o valor do meio é R$ 1.744 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.744
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.275
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.828 · R$ 1.725
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 32,9 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,4h
- por semana
- Contratações
- 18.538
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Analista de negóciosR$ 1.828Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Gerente de loja e supermercadoR$ 2.670
- LeituristaR$ 2.118
- PadeiroR$ 2.300
- Promotor de vendasR$ 1.725
- Supervisor administrativoR$ 4.282
- Técnico em manutenção de máquinasR$ 6.006
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
-
Faxineiro+159
950 contratados, 791 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
-
Repositor de mercadorias+105
596 contratados, 491 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
-
Vendedor de comércio varejista+103
1586 contratados, 1483 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
-
Atendente de lojas e mercados+90
1004 contratados, 914 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
-
Servente de obras+89
506 contratados, 417 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
-
Mergulhador profissional+87
155 contratados, 68 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
-
Instalador-reparador de redes telefônicas e de comunicação de dados-68
78 contratados, 146 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
-
Supervisor administrativo-41
46 contratados, 87 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
-
Gerente de loja e supermercado-35
68 contratados, 103 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
-
Gerente administrativo-31
41 contratados, 72 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
-
Caldeireiro-30
166 contratados, 196 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
-
Cozinheiro geral-26
164 contratados, 190 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
18.538
Saídas
17.045
Diferença
+1.493
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
-
Fundamental incompleto (até o 5º ano) 0,6%R$ 1.740
-
Até o 5º ano 0,5%R$ 1.828
-
Do 6º ao 9º ano 1,6%R$ 1.731
-
Fundamental completo 5,9%R$ 1.828
-
Médio incompleto 5,0%R$ 1.725
-
Médio completo 75%R$ 1.731
-
Superior incompleto 3,5%R$ 1.828
-
Superior completo 7,0%R$ 3.019
-
Pós-graduação 0,8%R$ 4.676
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
-
Comércio e oficinas 33%R$ 1.725
-
Hotéis, bares e restaurantes 9,9%R$ 1.742
-
Construção 9,8%R$ 2.190
-
Indústria 9,7%R$ 2.140
-
Serviços para empresas 8,5%R$ 1.828
-
Educação 6,2%R$ 1.624
-
Escritórios técnicos e consultorias 5,6%R$ 2.400
-
Mineração 4,6%R$ 3.019
-
Transporte e entregas 4,2%R$ 2.307
-
Saúde e assistência social 3,7%R$ 1.700
-
Água e saneamento 1,4%R$ 1.876
-
Tecnologia e comunicação 1,1%R$ 1.719
-
Cultura, esporte e lazer 1,1%R$ 1.621
-
Outros serviços 0,9%R$ 1.725
-
Imobiliárias 0,3%R$ 1.717
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
-
14-17 anos 1,2%R$ 762
-
18-24 anos 28%R$ 1.725
-
25-29 anos 17%R$ 1.742
-
30-39 anos 25%R$ 1.828
-
40-49 anos 19%R$ 1.849
-
50-59 anos 7,4%R$ 1.828
-
60 anos ou mais 1,7%R$ 1.847
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
-
Homens 58%R$ 1.828
-
Mulheres 42%R$ 1.725
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
-
A empresa demitiu (sem justa causa) 45%7747
-
A pessoa pediu para sair 39%6683
-
Acabou o contrato temporário 13%2135
-
A empresa demitiu por justa causa 1,7%285
-
Acordo entre as duas partes 0,8%140
-
Falecimento 0,3%52
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.