Salários em Santo Antônio de Posse - SP
A média salarial em Santo Antônio de Posse é de R$ 2.539, mas o valor do meio é R$ 2.139 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.139
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.539
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.247 · R$ 2.068
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 31,2 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 43,8h
- por semana
- Contratações
- 4.459
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Ajudante de motoristaR$ 2.415
- Alimentador de linha de produçãoR$ 1.950
- AlmoxarifeR$ 2.122
- ArmazenistaR$ 2.370Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Assistente administrativoR$ 2.386
- Atendente de lojas e mercadosR$ 2.080
- Auxiliar de escritórioR$ 2.126
- Auxiliar de logisticaR$ 2.370Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Auxiliar nos serviços de alimentaçãoR$ 1.984
- AçougueiroR$ 2.300
- Embalador, a mãoR$ 1.879
- FaxineiroR$ 1.950
- FrentistaR$ 1.970
- Motorista de caminhãoR$ 2.876
- Operador de caixaR$ 2.105
- Repositor de mercadoriasR$ 2.080
- Retalhador de carneR$ 2.120Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Servente de obrasR$ 2.000
- SoldadorR$ 3.424
- Trabalhador agropecuário em geralR$ 2.139
- Trabalhador no cultivo de mudasR$ 2.268Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Trabalhador no cultivo de plantas ornamentaisR$ 2.139Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Vendedor de comércio varejistaR$ 2.147
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Alimentador de linha de produção+196
787 contratados, 591 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Auxiliar de logistica+108
298 contratados, 190 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Trabalhador no cultivo de plantas ornamentais+59
264 contratados, 205 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Armazenista+28
73 contratados, 45 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Auxiliar nos serviços de alimentação+25
84 contratados, 59 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Montador de equipamentos elétricos+22
72 contratados, 50 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Motorista de caminhão-33
129 contratados, 162 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Assistente administrativo-26
107 contratados, 133 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Trabalhador agropecuário em geral-18
77 contratados, 95 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Trabalhador volante da agricultura-17
48 contratados, 65 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Conferente de carga e descarga-14
35 contratados, 49 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Atendente de lojas e mercados-10
118 contratados, 128 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
4.459
Saídas
4.104
Diferença
+355
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,7%R$ 2.030
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,6%R$ 2.132
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Até o 5º ano 1,6%R$ 2.070
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Do 6º ao 9º ano 4,3%R$ 2.080
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Fundamental completo 9,5%R$ 2.030
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Médio incompleto 12%R$ 1.984
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Médio completo 61%R$ 2.144
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Superior incompleto 2,5%R$ 2.340
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Superior completo 6,1%R$ 3.900
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Pós-graduação 1,0%R$ 7.626
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Indústria 33%R$ 2.185
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Comércio e oficinas 30%R$ 2.247
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Agricultura e pecuária 16%R$ 2.139
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Escritórios técnicos e consultorias 4,6%R$ 1.980
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Transporte e entregas 4,5%R$ 2.370
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Serviços para empresas 4,3%R$ 1.984
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Hotéis, bares e restaurantes 3,1%R$ 2.058
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Construção 1,8%R$ 3.000
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Saúde e assistência social 0,8%R$ 1.820
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 5,4%R$ 1.804
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18-24 anos 29%R$ 2.089
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25-29 anos 17%R$ 2.186
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30-39 anos 25%R$ 2.220
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40-49 anos 17%R$ 2.248
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50-59 anos 5,3%R$ 2.195
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60 anos ou mais 1,3%R$ 2.179
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 56%R$ 2.247
-
Mulheres 44%R$ 2.068
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
-
A empresa demitiu (sem justa causa) 45%1851
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A pessoa pediu para sair 39%1607
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Acabou o contrato temporário 12%481
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A empresa demitiu por justa causa 2,4%100
-
Acordo entre as duas partes 1,1%46
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
Perguntas frequentes
Qual profissão mais contrata em Santo Antônio de Posse?
Em Santo Antônio de Posse, a profissão com mais contratações entre abril a junho de 2026 foi Alimentador de linha de produção, com 166 pessoas contratadas. O salário de contratação ficou em torno de R$ 1.950 por mês.
Qual profissão paga mais em Santo Antônio de Posse?
Entre as profissões com mais contratações em Santo Antônio de Posse, Soldador teve o maior salário de contratação: cerca de R$ 3.424 por mês.
De onde vêm os dados de salário de Santo Antônio de Posse?
São os salários que as empresas registraram ao contratar e informaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Novo CAGED, abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o valor que consta no registro de quem foi contratado.
Qual a média salarial em Santo Antônio de Posse?
A média salarial de quem é contratado em Santo Antônio de Posse é de R$ 2.539 por mês. Mas o valor do meio é R$ 2.139: metade das pessoas foi contratada ganhando menos que isso. A média fica acima porque alguns salários altos puxam a conta para cima — para saber quanto se ganha de verdade num cargo, o valor do meio descreve melhor.
Estudar mais aumenta o salário em Santo Antônio de Posse?
Em Santo Antônio de Posse, a maior parte das contratações é de quem tem médio completo, com salário em torno de R$ 2.144. O nível que paga mais é pós-graduação, com cerca de R$ 7.626 — uma diferença de 256%. Vale olhar a tabela completa: em muitas cidades o salário de entrada é parecido entre os níveis mais baixos, e a diferença aparece só no ensino superior.
Que setor paga melhor em Santo Antônio de Posse?
Em Santo Antônio de Posse, o setor que mais contrata é indústria (33% das contratações), com salário em torno de R$ 2.185. Já o setor que paga melhor é construção, com cerca de R$ 3.000 — ou seja, o setor com mais vagas não é o que paga mais.
Que profissões estão crescendo em Santo Antônio de Posse?
Contando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão em Santo Antônio de Posse entre julho de 2025 a junho de 2026, quem mais cresceu foi Alimentador de linha de produção: 787 contratações contra 591 saídas — cresceu em 11 de 12 meses. Também cresceram: Auxiliar de logistica, Trabalhador no cultivo de plantas ornamentais. Crescer aqui quer dizer contratar mais gente do que perder, o que é diferente de ter muitas vagas: profissão com muita vaga toda hora pode estar só trocando de gente.
Por que abrem vagas em Santo Antônio de Posse?
Entre as pessoas que saíram de um emprego em Santo Antônio de Posse entre julho de 2025 a junho de 2026, o motivo mais comum foi: a empresa demitiu (sem justa causa) (45% dos casos), seguido de a pessoa pediu para sair (39%). Boa parte das vagas que abrem não vem de demissão, e sim de alguém que pediu para sair — o que significa que a vaga existe porque a posição ficou livre.
Quantas pessoas são contratadas em Santo Antônio de Posse?
Em Santo Antônio de Posse entre julho de 2025 a junho de 2026, foram 4.459 contratações e 4.104 saídas de emprego com carteira assinada, uma diferença de +355. Essa diferença vale para esse período específico: um único mês mais forte ou mais fraco muda o resultado, então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo no geral.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.