Salários em São João de Meriti - RJ
A média salarial em São João de Meriti é de R$ 1.967, mas o valor do meio é R$ 1.775 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.775
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 1.967
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.847 · R$ 1.719
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 33,3 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42h
- por semana
- Contratações
- 22.730
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- AdministradorR$ 6.240
- Agente de vendas de serviçosR$ 1.700
- Auxiliar de desenvolvimento infantilR$ 1.869
- Auxiliar de manutenção predialR$ 2.314
- Costureiro na confecção em sérieR$ 1.663
- GaragistaR$ 1.800
- Instalador-reparador de linhas e aparelhos de telecomunicaçõesR$ 1.719Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Operador de câmaras friasR$ 1.696Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Operador de máquinas fixasR$ 1.868
- PedreiroR$ 2.706
- Pintor de obrasR$ 2.470
- Recepcionista de consultório médico ou dentárioR$ 1.759
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Auxiliar de logistica+751
1652 contratados, 901 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Vigilante+234
428 contratados, 194 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Carregador+184
237 contratados, 53 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Cozinhador+118
173 contratados, 55 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Repositor de mercadorias+114
687 contratados, 573 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Ajudante de motorista+114
796 contratados, 682 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Auxiliar de desenvolvimento infantil-686
181 contratados, 867 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Faxineiro-681
926 contratados, 1607 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Motorista de ônibus urbano-227
147 contratados, 374 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Vendedor de comércio varejista-115
1476 contratados, 1591 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Agente de ação social-86
22 contratados, 108 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Auxiliar em saúde bucal-81
34 contratados, 115 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
22.730
Saídas
22.626
Diferença
+104
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,2%R$ 1.696
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 0,8%R$ 1.678
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Até o 5º ano 0,8%R$ 1.732
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Do 6º ao 9º ano 2,8%R$ 1.696
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Fundamental completo 5,0%R$ 1.714
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Médio incompleto 6,7%R$ 1.626
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Médio completo 75%R$ 1.797
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Superior incompleto 2,4%R$ 1.869
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Superior completo 5,8%R$ 2.184
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Pós-graduação 0,5%R$ 3.500
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Comércio e oficinas 30%R$ 1.749
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Serviços para empresas 19%R$ 1.797
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Transporte e entregas 15%R$ 1.900
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Hotéis, bares e restaurantes 9,4%R$ 1.621
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Indústria 6,6%R$ 1.730
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Construção 5,8%R$ 2.781
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Educação 4,5%R$ 1.670
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Saúde e assistência social 3,0%R$ 1.666
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Escritórios técnicos e consultorias 2,0%R$ 1.869
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Outros serviços 1,2%R$ 1.800
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Bancos e seguros 0,9%R$ 1.949
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Tecnologia e comunicação 0,8%R$ 1.719
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Cultura, esporte e lazer 0,8%R$ 1.627
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Água e saneamento 0,6%R$ 2.134
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Administração pública 0,3%64
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 1,2%R$ 762
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18-24 anos 27%R$ 1.696
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25-29 anos 18%R$ 1.775
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30-39 anos 25%R$ 1.837
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40-49 anos 18%R$ 1.847
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50-59 anos 8,8%R$ 1.847
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60 anos ou mais 2,4%R$ 1.874
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 58%R$ 1.847
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Mulheres 42%R$ 1.719
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 50%11374
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A pessoa pediu para sair 30%6680
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Acabou o contrato temporário 14%3087
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A empresa demitiu por justa causa 5,0%1135
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Acordo entre as duas partes 0,8%178
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Falecimento 0,7%149
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.